RIO: Júri popular do caso do assassinato de Fernando Iggnacio começa nesta 5ª

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Rio. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) participa, nesta quinta-feira (9), do julgamento de um dos casos de maior repercussão ligados à disputa pelo controle do jogo do bicho no estado: o assassinato de Fernando de Miranda Iggnacio, executado em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto, no Recreio dos […]

POR Redação SRzd 8/4/2026| 2 min de leitura

Fernando Iggnacio

Fernando Iggnacio. Acervo

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Rio. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) participa, nesta quinta-feira (9), do julgamento de um dos casos de maior repercussão ligados à disputa pelo controle do jogo do bicho no estado: o assassinato de Fernando de Miranda Iggnacio, executado em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto, no Recreio dos Bandeirantes.

Serão levados a júri popular Rodrigo Silva das Neves, Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, acusados de terem praticado os atos de execução do homicídio do contraventor Fernando Iggnacio, a mando de Rogério de Andrade.

A sessão está prevista para começar às 11 horas, no auditório do 1º Tribunal do Júri.

No processo que apura a conduta de Rogério de Andrade e Gilmar Eneas Lisboa, denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), as testemunhas arroladas pelas partes já foram ouvidas, estando o caso em fase de diligências.

De acordo com as investigações do GAECO/MPRJ, o crime está inserido em uma longa e violenta disputa entre grupos rivais do jogo do bicho. A vítima, Fernando Iggnacio, e o apontado mandante, Rogério de Andrade, eram, respectivamente, genro e sobrinho do contraventor Castor de Andrade, figura histórica da contravenção no Rio.

Por sua vez, Gilmar Eneas Lisboa teve papel fundamental na execução, sendo responsável por monitorar a rotina da vítima na cidade de Angra dos Reis até o momento do crime, mantendo a interlocução com Marcio Araújo de Souza, comandante-geral da segurança de Rogério de Andrade.

O caso teve reviravoltas ao longo da investigação. Em março de 2021, o MPRJ chegou a denunciar Rogério de Andrade pelo mesmo homicídio, mas, em fevereiro de 2022, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o trancamento da ação penal por insuficiência de provas quanto à sua participação como mandante.

A partir de um novo Procedimento Investigatório Criminal (PIC), o GAECO/MPRJ reuniu novos elementos que apontam não apenas para a dinâmica da execução, mas também para a escalada de violência decorrente da disputa entre os grupos criminosos, resultando na denúncia contra o mandante, Rogério de Andrade, e contra Gilmar Eneas.

A expectativa é que o julgamento dos executores se estenda por mais de um dia.

Rodapé - brasil

Rio. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) participa, nesta quinta-feira (9), do julgamento de um dos casos de maior repercussão ligados à disputa pelo controle do jogo do bicho no estado: o assassinato de Fernando de Miranda Iggnacio, executado em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto, no Recreio dos Bandeirantes.

Serão levados a júri popular Rodrigo Silva das Neves, Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro, acusados de terem praticado os atos de execução do homicídio do contraventor Fernando Iggnacio, a mando de Rogério de Andrade.

A sessão está prevista para começar às 11 horas, no auditório do 1º Tribunal do Júri.

No processo que apura a conduta de Rogério de Andrade e Gilmar Eneas Lisboa, denunciados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), as testemunhas arroladas pelas partes já foram ouvidas, estando o caso em fase de diligências.

De acordo com as investigações do GAECO/MPRJ, o crime está inserido em uma longa e violenta disputa entre grupos rivais do jogo do bicho. A vítima, Fernando Iggnacio, e o apontado mandante, Rogério de Andrade, eram, respectivamente, genro e sobrinho do contraventor Castor de Andrade, figura histórica da contravenção no Rio.

Por sua vez, Gilmar Eneas Lisboa teve papel fundamental na execução, sendo responsável por monitorar a rotina da vítima na cidade de Angra dos Reis até o momento do crime, mantendo a interlocução com Marcio Araújo de Souza, comandante-geral da segurança de Rogério de Andrade.

O caso teve reviravoltas ao longo da investigação. Em março de 2021, o MPRJ chegou a denunciar Rogério de Andrade pelo mesmo homicídio, mas, em fevereiro de 2022, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o trancamento da ação penal por insuficiência de provas quanto à sua participação como mandante.

A partir de um novo Procedimento Investigatório Criminal (PIC), o GAECO/MPRJ reuniu novos elementos que apontam não apenas para a dinâmica da execução, mas também para a escalada de violência decorrente da disputa entre os grupos criminosos, resultando na denúncia contra o mandante, Rogério de Andrade, e contra Gilmar Eneas.

A expectativa é que o julgamento dos executores se estenda por mais de um dia.

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