Rio: Polícia Civil desarticula esquema de transporte clandestino do CV
Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Rota das Sombras, com o objetivo de desarticular um esquema de transporte clandestino operado pelo Comando Vermelho (CV) na Vila Kennedy, Zona Oeste da capital. A facção criminosa utilizava um aplicativo próprio de mobilidade urbana, criado para parecer legal, […]
PORRedação SRzd8/8/2025|
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Rio: Polícia Civil desarticula esquema de transporte clandestino do CV. Foto: Reprodução de vídeo
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Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Rota das Sombras, com o objetivo de desarticular um esquema de transporte clandestino operado pelo Comando Vermelho (CV) na Vila Kennedy, Zona Oeste da capital. A facção criminosa utilizava um aplicativo próprio de mobilidade urbana, criado para parecer legal, mas voltado exclusivamente ao financiamento do tráfico de drogas.
Segundo as investigações conduzidas pela 34ª DP (Bangu), o lucro mensal gerado pelo sistema ilegal chegava a R$ 1 milhão, com mais de 300 mototaxistas cadastrados e coagidos a participar da plataforma. O uso de aplicativos de transporte oficiais era proibido na região.
Cinco pessoas já foram presas, e a operação cumpre sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em imóveis comerciais e residenciais na Zona Oeste, em Niterói e no interior do estado.
De acordo com o delegado Alexandre Cardoso, titular da 34ª DP, os mototaxistas eram forçados a pagar pela instalação do aplicativo e repassar parte dos lucros das corridas à facção criminosa. “Conseguimos desmantelar essa quadrilha que extorquia profissionais do transporte alternativo, numa prática típica da milícia e que agora também é adotada por facções do tráfico”, afirmou.
A estrutura criminosa contava com dois núcleos principais: um voltado à coação dos trabalhadores e outro responsável pela arrecadação e gestão dos valores, que eram direcionados ao chefe do tráfico local. Empresas de fachada eram utilizadas para dar aparência de legalidade às atividades.
Além do viés financeiro, o aplicativo também servia para impor o domínio territorial da facção, integrando a estratégia de controle da mobilidade urbana da região. A operação faz parte de uma ação permanente da Polícia Civil, chamada Operação Contenção, que visa frear a expansão do Comando Vermelho na Zona Oeste.
Participam da ação, além da 34ª DP, o 2º Departamento de Polícia de Área (DPA), a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e os Departamentos-Gerais de Polícia Especializada (DGPE), da Baixada (DGPB) e do Interior (DGPI).
Rio. A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta sexta-feira (8), a Operação Rota das Sombras, com o objetivo de desarticular um esquema de transporte clandestino operado pelo Comando Vermelho (CV) na Vila Kennedy, Zona Oeste da capital. A facção criminosa utilizava um aplicativo próprio de mobilidade urbana, criado para parecer legal, mas voltado exclusivamente ao financiamento do tráfico de drogas.
Segundo as investigações conduzidas pela 34ª DP (Bangu), o lucro mensal gerado pelo sistema ilegal chegava a R$ 1 milhão, com mais de 300 mototaxistas cadastrados e coagidos a participar da plataforma. O uso de aplicativos de transporte oficiais era proibido na região.
Cinco pessoas já foram presas, e a operação cumpre sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em imóveis comerciais e residenciais na Zona Oeste, em Niterói e no interior do estado.
De acordo com o delegado Alexandre Cardoso, titular da 34ª DP, os mototaxistas eram forçados a pagar pela instalação do aplicativo e repassar parte dos lucros das corridas à facção criminosa. “Conseguimos desmantelar essa quadrilha que extorquia profissionais do transporte alternativo, numa prática típica da milícia e que agora também é adotada por facções do tráfico”, afirmou.
A estrutura criminosa contava com dois núcleos principais: um voltado à coação dos trabalhadores e outro responsável pela arrecadação e gestão dos valores, que eram direcionados ao chefe do tráfico local. Empresas de fachada eram utilizadas para dar aparência de legalidade às atividades.
Além do viés financeiro, o aplicativo também servia para impor o domínio territorial da facção, integrando a estratégia de controle da mobilidade urbana da região. A operação faz parte de uma ação permanente da Polícia Civil, chamada Operação Contenção, que visa frear a expansão do Comando Vermelho na Zona Oeste.
Participam da ação, além da 34ª DP, o 2º Departamento de Polícia de Área (DPA), a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e os Departamentos-Gerais de Polícia Especializada (DGPE), da Baixada (DGPB) e do Interior (DGPI).