RIO: Vídeos mostram que PM do Bope atira e mata Herus Mendes durante operação na Zona Sul
Rio. Vídeos das câmeras corporais de PMs que participaram da operação que terminou na morte de Herus Mendes, em junho deste ano, no morro Santo Amaro, na Zona Sul do Rio de Janeiro, mostram o momento em que ele foi baleado (veja ao final do texto). O jovem estava em uma festa junina quando a […]
PORRedação SRzd5/12/2025|
2 min de leitura
Herus Mendes. Reprodução das redes sociais
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Rio. Vídeos das câmeras corporais de PMs que participaram da operação que terminou na morte de Herus Mendes, em junho deste ano, no morro Santo Amaro, na Zona Sul do Rio de Janeiro, mostram o momento em que ele foi baleado (veja ao final do texto).
O jovem estava em uma festa junina quando a PM iniciou a operação na comunidade.
Os vídeos e a análise das provas levaram o Ministério Público do Rio a denunciar o sargento Daniel Sousa da Silva e o tenente Felippe Carlos de Souza Martins por homicídio qualificado.
“A movimentação corporal de Herus Guimarães Mendes era inequivocamente compatível com a busca por abrigo e proteção, e não com qualquer ato de agressão ou ameaça”, diz a denúncia do MP.
Herus foi morto durante uma ação do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) em uma festa junina, tradicional no local e, na ocasião, a comunidade recebia quadrilhas juninas de vários lugares do estado. Herus trabalhava como office boy em uma imobiliária, de acordo com parentes.
No relatório final da Delegacia de Homicídios, a Polícia Civil afirmou que o PM Sargento Daniel agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real).
Segundo a polícia, “é um caso de excludente de ilicitude, quando as circunstâncias não permitem a responsabilização penal do agente”.
Segundo a DH, o PM estava em uma área de intenso confronto, pediu que Herus fosse até ele e viu um objeto reluzente na mão direita do jovem, que era seu celular, em um cenário “caótico, hostil e típico de confronto armado”.
Rio. Vídeos das câmeras corporais de PMs que participaram da operação que terminou na morte de Herus Mendes, em junho deste ano, no morro Santo Amaro, na Zona Sul do Rio de Janeiro, mostram o momento em que ele foi baleado (veja ao final do texto).
O jovem estava em uma festa junina quando a PM iniciou a operação na comunidade.
Os vídeos e a análise das provas levaram o Ministério Público do Rio a denunciar o sargento Daniel Sousa da Silva e o tenente Felippe Carlos de Souza Martins por homicídio qualificado.
“A movimentação corporal de Herus Guimarães Mendes era inequivocamente compatível com a busca por abrigo e proteção, e não com qualquer ato de agressão ou ameaça”, diz a denúncia do MP.
Herus foi morto durante uma ação do Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) em uma festa junina, tradicional no local e, na ocasião, a comunidade recebia quadrilhas juninas de vários lugares do estado. Herus trabalhava como office boy em uma imobiliária, de acordo com parentes.
No relatório final da Delegacia de Homicídios, a Polícia Civil afirmou que o PM Sargento Daniel agiu em legítima defesa putativa (quando age pensando que está sob uma ameaça que não é real).
Segundo a polícia, “é um caso de excludente de ilicitude, quando as circunstâncias não permitem a responsabilização penal do agente”.
Segundo a DH, o PM estava em uma área de intenso confronto, pediu que Herus fosse até ele e viu um objeto reluzente na mão direita do jovem, que era seu celular, em um cenário “caótico, hostil e típico de confronto armado”.