Rio. O deputado Estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi preso em casa, em Teresópolis, nesta sexta-feira (28) pela Polícia Federal. A PF cumpriu mandado expedido pelo STF e ele foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro. O ex-presidente da Alerj já tinha sido preso em dezembro, em uma ação que apurava supostos […]
PORRedação SRzd27/3/2026|
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Rio. O deputado Estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi preso em casa, em Teresópolis, nesta sexta-feira (28) pela Polícia Federal.
A PF cumpriu mandado expedido pelo STF e ele foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro.
O ex-presidente da Alerj já tinha sido preso em dezembro, em uma ação que apurava supostos vazamentos de dados de uma operação contra o Comando Vermelho. A prisão desta sexta faz parte da Operação Unha e Carne III.
Antecedentes. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou entendimento na terça-feira (24) a favor da condenação do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), por abuso de poder político nas eleições de 2022, determinando sua inelegibilidade até o ano de 2030.
Castro e outros aliados são acusados de utilizar contratos temporários irregulares na Fundação Ceperj e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) para pagar cabos eleitorais.
Castro também terá cassado seu diploma como governador do Rio, anulando a validade de seu mandato, do qual renunciou na terça-feira (23). Foi cassado e declarado inelegível também o deputado Rodrigo Bacellar, presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, citado como beneficiário do esquema, bem como o ex-presidente da Fundação Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.
Em 2018, Bacellar lançou sua primeira candidatura a deputado Estadual, pelo Solidariedade, sendo eleito com 26.135 votos. Também foi o líder da bancada do partido na Alerj. No ano de 2022, pelo PL, foi novamente eleito, com 97 822 votos. Foi eleito presidente da Assembleia Legislativa para o biênio 2023-24, com 56 votos, após o correligionário Jair Bittencourt retirar sua candidatura.
Rio. O deputado Estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) foi preso em casa, em Teresópolis, nesta sexta-feira (28) pela Polícia Federal.
A PF cumpriu mandado expedido pelo STF e ele foi encaminhado à Superintendência da PF no Rio de Janeiro.
O ex-presidente da Alerj já tinha sido preso em dezembro, em uma ação que apurava supostos vazamentos de dados de uma operação contra o Comando Vermelho. A prisão desta sexta faz parte da Operação Unha e Carne III.
Antecedentes. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou entendimento na terça-feira (24) a favor da condenação do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), por abuso de poder político nas eleições de 2022, determinando sua inelegibilidade até o ano de 2030.
Castro e outros aliados são acusados de utilizar contratos temporários irregulares na Fundação Ceperj e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) para pagar cabos eleitorais.
Castro também terá cassado seu diploma como governador do Rio, anulando a validade de seu mandato, do qual renunciou na terça-feira (23). Foi cassado e declarado inelegível também o deputado Rodrigo Bacellar, presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, citado como beneficiário do esquema, bem como o ex-presidente da Fundação Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.
Em 2018, Bacellar lançou sua primeira candidatura a deputado Estadual, pelo Solidariedade, sendo eleito com 26.135 votos. Também foi o líder da bancada do partido na Alerj. No ano de 2022, pelo PL, foi novamente eleito, com 97 822 votos. Foi eleito presidente da Assembleia Legislativa para o biênio 2023-24, com 56 votos, após o correligionário Jair Bittencourt retirar sua candidatura.