Samba vira instrumento de transformação social nos CRAS de Nova Iguaçu

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O samba cura. O som que sai do batuque das mãos dos participantes da Oficina de Percussão, oferecida nos CRAS de Nova Iguaçu, vai muito além do ritmo do samba. Ele marca novas oportunidades, vínculos reconstruídos e histórias que ganham sentido dentro dos espaços de convivência mantidos pela Prefeitura de Nova Iguaçu. No Dia Nacional […]

POR Redação SRzd 2/12/2025| 2 min de leitura

Fotos: Alziro Xavier/PMNI

Foto: Alziro Xavier/PMNI

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O samba cura. O som que sai do batuque das mãos dos participantes da Oficina de Percussão, oferecida nos CRAS de Nova Iguaçu, vai muito além do ritmo do samba. Ele marca novas oportunidades, vínculos reconstruídos e histórias que ganham sentido dentro dos espaços de convivência mantidos pela Prefeitura de Nova Iguaçu. No Dia Nacional do Samba, celebrado nesta terça-feira (2), o município mostra como a música pode ser ferramenta poderosa de inclusão.

A oficina, conduzida pelo percussionista e atual campeão do Carnaval do Rio de Janeiro com a Beija-Flor, Paulo Roberto Jesus, conhecido no mundo do samba como Paulo Sorriso, reúne adolescentes, adultos e usuários da Residência Terapêutica de Tinguá. Muitos chegam tímidos, enfrentando desafios emocionais ou de socialização. Saem integrados, confiantes e prontos para tocar o samba.

“Nosso objetivo principal é trabalhar a inclusão social por meio do samba, promovendo o lazer e a convivência entre os participantes. A música tem o poder de ajudar a desenvolver habilidades sociais, mas também contribui para a coordenação motora e criatividade” revela Paulo Sorriso.

Um dos alunos é João Felipe Alexandrino Andrade, 36 anos. Diagnosticado com microcefalia congênita, ele encontrou na oficina uma oportunidade para fazer amizades e se desenvolver.

“Ele tinha muita dificuldade para lidar com barulho, mas a oficina mudou isso. Quando ele não vem, ele sente até falta. Ele é muito comunicativo e se enturmou com todos os colegas”, conta Denise Alexandrino Andrade, 58 anos, mãe de João Felipe. “Sou muito grata ao professor Paulo Sorriso por toda a dedicação e carinho que ele demonstra pelos alunos”.

A oficina também tem revelado jovens talentos, como os irmãos gêmeos Gabriel e Miguel, de 16 anos, que já sonham em seguir no samba. “Tocar junto com meu irmão me deixa feliz. É algo que quero levar para frente”, conta Gabriel.

A ação integra o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Secretaria Municipal de Assistência Social e conta com apoio da Secretaria Municipal de Saúde. O projeto acontece nos CRAS Marambaia, Fazenda São Bernardino e no Centro de Ações Integradas Castorina Faria Lima (CAIESP).

Rodapé - brasil

O samba cura. O som que sai do batuque das mãos dos participantes da Oficina de Percussão, oferecida nos CRAS de Nova Iguaçu, vai muito além do ritmo do samba. Ele marca novas oportunidades, vínculos reconstruídos e histórias que ganham sentido dentro dos espaços de convivência mantidos pela Prefeitura de Nova Iguaçu. No Dia Nacional do Samba, celebrado nesta terça-feira (2), o município mostra como a música pode ser ferramenta poderosa de inclusão.

A oficina, conduzida pelo percussionista e atual campeão do Carnaval do Rio de Janeiro com a Beija-Flor, Paulo Roberto Jesus, conhecido no mundo do samba como Paulo Sorriso, reúne adolescentes, adultos e usuários da Residência Terapêutica de Tinguá. Muitos chegam tímidos, enfrentando desafios emocionais ou de socialização. Saem integrados, confiantes e prontos para tocar o samba.

“Nosso objetivo principal é trabalhar a inclusão social por meio do samba, promovendo o lazer e a convivência entre os participantes. A música tem o poder de ajudar a desenvolver habilidades sociais, mas também contribui para a coordenação motora e criatividade” revela Paulo Sorriso.

Um dos alunos é João Felipe Alexandrino Andrade, 36 anos. Diagnosticado com microcefalia congênita, ele encontrou na oficina uma oportunidade para fazer amizades e se desenvolver.

“Ele tinha muita dificuldade para lidar com barulho, mas a oficina mudou isso. Quando ele não vem, ele sente até falta. Ele é muito comunicativo e se enturmou com todos os colegas”, conta Denise Alexandrino Andrade, 58 anos, mãe de João Felipe. “Sou muito grata ao professor Paulo Sorriso por toda a dedicação e carinho que ele demonstra pelos alunos”.

A oficina também tem revelado jovens talentos, como os irmãos gêmeos Gabriel e Miguel, de 16 anos, que já sonham em seguir no samba. “Tocar junto com meu irmão me deixa feliz. É algo que quero levar para frente”, conta Gabriel.

A ação integra o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Secretaria Municipal de Assistência Social e conta com apoio da Secretaria Municipal de Saúde. O projeto acontece nos CRAS Marambaia, Fazenda São Bernardino e no Centro de Ações Integradas Castorina Faria Lima (CAIESP).

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