Secretário explica por que corpos não foram retirados de mata no Rio

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Rio. A megaoperação contra o Comando Vermelho realizada pelas forças policiais no dia 28 de outubro mobilizou a opinião pública nacional. No dia seguinte após a ação, a mais letal da história do Brasil, moradores dos Complexos da Penha e do Alemão retiraram cerca de 70 corpos de criminosos que morreram durante o confronto. Segundo […]

POR Redação SRzd 11/11/2025| 2 min de leitura

Corpos na Praça São Lucas. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil

Corpos na Praça São Lucas. Foto: Tomaz Silva /Agência Brasil

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Rio. A megaoperação contra o Comando Vermelho realizada pelas forças policiais no dia 28 de outubro mobilizou a opinião pública nacional.

No dia seguinte após a ação, a mais letal da história do Brasil, moradores dos Complexos da Penha e do Alemão retiraram cerca de 70 corpos de criminosos que morreram durante o confronto.

Segundo o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, havia um planejamento para a retirada dos corpos apenas na manhã seguinte da operação.

Em entrevista ao “Roda Viva”, ele apontou que não era possível fazer a identificação dos criminosos à noite.

“O planejamento da ação foi feito por 60 dias. Existem situações que acontecem no terreno que mudam o planejamento, mas a maioria do que aconteceu estava previsível. Essa situação de ter um número grande de criminosos neutralizados, não seria possível levá-los naquele momento”, afirmou.

“O planejamento era voltar no dia seguinte, amanhecendo, e conseguir identificar os corpos. À noite, não é razoável pedir para um policial ligar uma lanterna para procurar um criminoso baleado, ou ele vai ser alvo de tiro. Então, o planejamento havia para o dia seguinte”, completou.

+ assista aos vídeos:

 

Rodapé - brasil

Rio. A megaoperação contra o Comando Vermelho realizada pelas forças policiais no dia 28 de outubro mobilizou a opinião pública nacional.

No dia seguinte após a ação, a mais letal da história do Brasil, moradores dos Complexos da Penha e do Alemão retiraram cerca de 70 corpos de criminosos que morreram durante o confronto.

Segundo o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, havia um planejamento para a retirada dos corpos apenas na manhã seguinte da operação.

Em entrevista ao “Roda Viva”, ele apontou que não era possível fazer a identificação dos criminosos à noite.

“O planejamento da ação foi feito por 60 dias. Existem situações que acontecem no terreno que mudam o planejamento, mas a maioria do que aconteceu estava previsível. Essa situação de ter um número grande de criminosos neutralizados, não seria possível levá-los naquele momento”, afirmou.

“O planejamento era voltar no dia seguinte, amanhecendo, e conseguir identificar os corpos. À noite, não é razoável pedir para um policial ligar uma lanterna para procurar um criminoso baleado, ou ele vai ser alvo de tiro. Então, o planejamento havia para o dia seguinte”, completou.

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