Sem a ponte: como era chegar a Niterói de carro antes de 1974?

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Rio. Inaugurada em março de 1974, a Ponte Rio-Niterói é hoje uma das obras mais emblemáticas do Brasil. Com 13.290 metros de extensão e 72 metros de altura, ela conecta diariamente mais de 150 mil pessoas entre a capital e a Região Metropolitana, segundo a concessionária Ecoponte. Mas como era feita essa travessia antes de […]

POR Redação SRzd 29/7/2025| 2 min de leitura

Antes da Ponte: como era chegar a Niterói de carro antes de 1974. Foto: Reprodução de vídeo

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Rio. Inaugurada em março de 1974, a Ponte Rio-Niterói é hoje uma das obras mais emblemáticas do Brasil. Com 13.290 metros de extensão e 72 metros de altura, ela conecta diariamente mais de 150 mil pessoas entre a capital e a Região Metropolitana, segundo a concessionária Ecoponte. Mas como era feita essa travessia antes de sua existência?

Até então, motoristas enfrentavam duas alternativas nada práticas. A primeira exigia paciência e tempo: um longo trajeto de mais de 110 km contornando a Baía de Guanabara, passando por Magé. A segunda opção envolvia colocar o carro sobre a água — literalmente. Uma balsa fazia o transporte de até 54 veículos por viagem, processo que, entre esperas e travessia, podia levar até duas horas.

Enquanto isso, os pedestres utilizavam as tradicionais barcas, que seguiram operando mesmo após a abertura da ponte. Curiosamente, chegou a ser cogitado um túnel submarino para ligar as duas cidades, mas o projeto nunca saiu do papel.

Hoje, a Ponte Rio-Niterói é a maior do hemisfério sul em concreto protendido e a segunda mais extensa da América Latina, um verdadeiro marco da engenharia que transformou a mobilidade no Grande Rio.

+ confira:

Rodapé - brasil

Rio. Inaugurada em março de 1974, a Ponte Rio-Niterói é hoje uma das obras mais emblemáticas do Brasil. Com 13.290 metros de extensão e 72 metros de altura, ela conecta diariamente mais de 150 mil pessoas entre a capital e a Região Metropolitana, segundo a concessionária Ecoponte. Mas como era feita essa travessia antes de sua existência?

Até então, motoristas enfrentavam duas alternativas nada práticas. A primeira exigia paciência e tempo: um longo trajeto de mais de 110 km contornando a Baía de Guanabara, passando por Magé. A segunda opção envolvia colocar o carro sobre a água — literalmente. Uma balsa fazia o transporte de até 54 veículos por viagem, processo que, entre esperas e travessia, podia levar até duas horas.

Enquanto isso, os pedestres utilizavam as tradicionais barcas, que seguiram operando mesmo após a abertura da ponte. Curiosamente, chegou a ser cogitado um túnel submarino para ligar as duas cidades, mas o projeto nunca saiu do papel.

Hoje, a Ponte Rio-Niterói é a maior do hemisfério sul em concreto protendido e a segunda mais extensa da América Latina, um verdadeiro marco da engenharia que transformou a mobilidade no Grande Rio.

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