Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro

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Rio. O mercado de aluguel de máquinas no Rio de Janeiro vive um cenário altamente positivo. De acordo com o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos (Sindileq-RJ), nos primeiros cinco meses deste ano o setor apresentou um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de novas empresas e […]

POR Redação SRzd 25/6/2024| 4 min de leitura

Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro

Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro

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Rio. O mercado de aluguel de máquinas no Rio de Janeiro vive um cenário altamente positivo. De acordo com o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos (Sindileq-RJ), nos primeiros cinco meses deste ano o setor apresentou um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de novas empresas e lojas de pequeno e médio porte. Esse aumento é continuidade da expansão computada de 2022 para 2023, quando houve um avanço de 27% do setor no estado.

Isso significa que tanto as empresas como a sociedade estão adquirindo o hábito de alugar máquinas para uso doméstico ou industrial. Comprar uma furadeira ou ferramenta para uso esporádico, por exemplo, deixou de ser interessante para as pessoas. Hoje a tendência é o compartilhamento e a experiência de uso e não necessariamente a propriedade de um produto. Uma vasta linha de equipamentos, desde os portáteis para obras e manutenções residenciais, até os mais pesados, como máquinas de grande porte para construção civil, saneamento e construção rodoviária, são encontrados nas empresas e lojas de rental.

Diante do cenário favorável, a capital fluminense foi escolhida para sediar a Analoc Rental Show 2024, marcada para acontecer de 2 a 4 de julho no Riocentro, evento totalmente focado nas empresas locadoras de máquinas para construção. “Estamos confiantes com a realização da feira num momento em que o mercado da construção civil, saneamento e esgoto e obras de infraestrutura recuperam a notoriedade”, comemora Sebastião Lucas Rentes, diretor do Sindileq-RJ.

Saneamento, petróleo e habitação

De acordo com ele, os investimentos em áreas estratégicas como obras de saneamento e esgoto impulsionadas pela privatização da Cedae têm aquecido o mercado de máquinas, uma vez que 50% do esgoto é coletado no estado e desses somente 20% recebem tratamento.

Há bastante obra em andamento e por fazer, mobilizando o setor de locação. Há cidades como Maricá, Macaé e Campos que atualmente voltaram a ser grandes canteiros de obras em função da Petrobras. “Essas regiões estão recebendo royalties do petróleo e com isso investindo na renovação e ampliação de toda infraestrutura urbana. Existem, ainda, as obras de expansão de gás do Polo GasLub, que foi redimensionado e irá produzir lubrificantes, querosene e diesel de aviação”, conjectura Rentes.

Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro
Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro

O diretor do Sindileq-RJ acrescenta que as obras habitacionais também voltaram a crescer no estado. “De 2015 a 2019, quando o mercado estava com estoques elevados, houve estagnação bastante acentuada. Hoje, com a situação mais regular, o setor voltou a investir em novas obras prediais, o que também movimenta bastante o mercado de locação”, observa. A demanda por locação vai desde equipamentos como furadeiras, parafusadeiras, andaimes, geradores de energia, betoneiras, compactadores manuais, até tratores, escavadeiras, retroescavadeiras, guindastes e plataformas elevatórias.

O Sindileq-RJ contabiliza aproximadamente 500 empresas locadoras em todo estado, ou seja, empresas cuja locação de máquinas consta como objeto do contrato social. “Com o aquecimento da atividade de locação, muitas lojas de grandes redes de varejo de material de construção abriram departamento de locação, mas estas ainda não estão contabilizadas pelo Sindileq-RJ. Falamos só das locadoras, que até antes da pandemia eram por volta de 350”, diz.

Analoc Rental Show 2024

A feira é realizada em parceria entre a Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Setoriais de Locação de Equipamentos para a Construção (Analoc) e o Grupo LocadoresBR. Os organizadores esperam uma visitação ainda maior que a alcançada em 2023, quando a primeira edição da feira aconteceu em Curitiba e mobilizou 4.850 visitantes. Além da exposição, serão realizadas palestras focadas no fortalecimento da gestão das empresas de locação e nas boas práticas na administração do negócio, capacitando-as para tornar o segmento ainda mais profissionalizado.

Rio. O mercado de aluguel de máquinas no Rio de Janeiro vive um cenário altamente positivo. De acordo com o Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos (Sindileq-RJ), nos primeiros cinco meses deste ano o setor apresentou um crescimento de 15% em relação ao mesmo período do ano passado, com a entrada de novas empresas e lojas de pequeno e médio porte. Esse aumento é continuidade da expansão computada de 2022 para 2023, quando houve um avanço de 27% do setor no estado.

Isso significa que tanto as empresas como a sociedade estão adquirindo o hábito de alugar máquinas para uso doméstico ou industrial. Comprar uma furadeira ou ferramenta para uso esporádico, por exemplo, deixou de ser interessante para as pessoas. Hoje a tendência é o compartilhamento e a experiência de uso e não necessariamente a propriedade de um produto. Uma vasta linha de equipamentos, desde os portáteis para obras e manutenções residenciais, até os mais pesados, como máquinas de grande porte para construção civil, saneamento e construção rodoviária, são encontrados nas empresas e lojas de rental.

Diante do cenário favorável, a capital fluminense foi escolhida para sediar a Analoc Rental Show 2024, marcada para acontecer de 2 a 4 de julho no Riocentro, evento totalmente focado nas empresas locadoras de máquinas para construção. “Estamos confiantes com a realização da feira num momento em que o mercado da construção civil, saneamento e esgoto e obras de infraestrutura recuperam a notoriedade”, comemora Sebastião Lucas Rentes, diretor do Sindileq-RJ.

Saneamento, petróleo e habitação

De acordo com ele, os investimentos em áreas estratégicas como obras de saneamento e esgoto impulsionadas pela privatização da Cedae têm aquecido o mercado de máquinas, uma vez que 50% do esgoto é coletado no estado e desses somente 20% recebem tratamento.

Há bastante obra em andamento e por fazer, mobilizando o setor de locação. Há cidades como Maricá, Macaé e Campos que atualmente voltaram a ser grandes canteiros de obras em função da Petrobras. “Essas regiões estão recebendo royalties do petróleo e com isso investindo na renovação e ampliação de toda infraestrutura urbana. Existem, ainda, as obras de expansão de gás do Polo GasLub, que foi redimensionado e irá produzir lubrificantes, querosene e diesel de aviação”, conjectura Rentes.

Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro
Setor de aluguel de máquinas cresce 15% no Rio de Janeiro

O diretor do Sindileq-RJ acrescenta que as obras habitacionais também voltaram a crescer no estado. “De 2015 a 2019, quando o mercado estava com estoques elevados, houve estagnação bastante acentuada. Hoje, com a situação mais regular, o setor voltou a investir em novas obras prediais, o que também movimenta bastante o mercado de locação”, observa. A demanda por locação vai desde equipamentos como furadeiras, parafusadeiras, andaimes, geradores de energia, betoneiras, compactadores manuais, até tratores, escavadeiras, retroescavadeiras, guindastes e plataformas elevatórias.

O Sindileq-RJ contabiliza aproximadamente 500 empresas locadoras em todo estado, ou seja, empresas cuja locação de máquinas consta como objeto do contrato social. “Com o aquecimento da atividade de locação, muitas lojas de grandes redes de varejo de material de construção abriram departamento de locação, mas estas ainda não estão contabilizadas pelo Sindileq-RJ. Falamos só das locadoras, que até antes da pandemia eram por volta de 350”, diz.

Analoc Rental Show 2024

A feira é realizada em parceria entre a Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Setoriais de Locação de Equipamentos para a Construção (Analoc) e o Grupo LocadoresBR. Os organizadores esperam uma visitação ainda maior que a alcançada em 2023, quando a primeira edição da feira aconteceu em Curitiba e mobilizou 4.850 visitantes. Além da exposição, serão realizadas palestras focadas no fortalecimento da gestão das empresas de locação e nas boas práticas na administração do negócio, capacitando-as para tornar o segmento ainda mais profissionalizado.

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