Suspeitos de ligação com explosão em escola de Belford Roxo são presos pela polícia
Rio. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu três suspeitos investigados por possível ligação com a bomba caseira que explodiu dentro de uma escola pública em Belford Roxo e deixou 10 estudantes feridos. Segundo as investigações, os presos seriam integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com a polícia, os detidos […]
PORRedação SRzd23/5/2026|
3 min de leitura
Suspeitos de ligação com explosão em escola de Belford Roxo são presos pela polícia. Foto: Reprodução de TV
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Rio. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu três suspeitos investigados por possível ligação com a bomba caseira que explodiu dentro de uma escola pública em Belford Roxo e deixou 10 estudantes feridos. Segundo as investigações, os presos seriam integrantes da facção criminosa Comando Vermelho.
De acordo com a polícia, os detidos foram identificados como Cleyton de Oliveira Vieira, conhecido como “Coroa”, Pedro Pimentel de Melo, o “Pedrin”, e Gabriel de Souza Silva, chamado de “Biel”. As prisões ocorreram durante uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), dentro da Operação Contenção, que busca combater o avanço da facção na Baixada Fluminense.
As investigações apontam que o grupo pode ter relação com o artefato explosivo encontrado no Ciep Lasar Segall, localizado no bairro Areia Branca. A polícia ainda apura qual teria sido a participação de cada suspeito no caso.
Segundo a corporação, Cleyton é apontado como homem de confiança de José Severino da Silva Junior, conhecido como “Soró”, identificado pelas autoridades como chefe do tráfico na região.
A explosão aconteceu no último dia 8 dentro da unidade escolar e deixou 10 adolescentes, entre 13 e 15 anos, feridos. As vítimas sofreram lesões nos pés, pernas, abdômen e rosto. Alguns estudantes também relataram perda momentânea de audição e fortes dores nos ouvidos.
De acordo com relatos obtidos pela TV Globo, o explosivo seria um tubo de PVC recheado com areia, pregos, porcas e parafusos.
“As informações que a gente tem é que uma criança encontrou a bomba caseira e jogou pro alto”, afirmou a prefeita de Belford Roxo, Mariana Malta.
Após a explosão, equipes do Esquadrão Antibomba da Core realizaram uma varredura completa na escola e descartaram a presença de outros explosivos no local.
“Fizemos um rastreamento com cães, esquadrinhamos cada centímetro, e não tem nenhum outro artefato no local”, declarou o subsecretário de Polícia Civil, Carlos Oliveira.
Durante as investigações, a Polícia Civil também descartou a participação de alunos na entrada do explosivo na escola. Segundo a corporação, todos os adolescentes foram ouvidos pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), e as diligências concluíram que nenhum estudante levou a bomba para o colégio.
O material recolhido pelo Esquadrão Antibomba segue passando por perícia, enquanto os investigadores continuam trabalhando para identificar a origem do explosivo e esclarecer a ligação dos presos com o atentado.
Rio. A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu três suspeitos investigados por possível ligação com a bomba caseira que explodiu dentro de uma escola pública em Belford Roxo e deixou 10 estudantes feridos. Segundo as investigações, os presos seriam integrantes da facção criminosa Comando Vermelho.
De acordo com a polícia, os detidos foram identificados como Cleyton de Oliveira Vieira, conhecido como “Coroa”, Pedro Pimentel de Melo, o “Pedrin”, e Gabriel de Souza Silva, chamado de “Biel”. As prisões ocorreram durante uma operação da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), dentro da Operação Contenção, que busca combater o avanço da facção na Baixada Fluminense.
As investigações apontam que o grupo pode ter relação com o artefato explosivo encontrado no Ciep Lasar Segall, localizado no bairro Areia Branca. A polícia ainda apura qual teria sido a participação de cada suspeito no caso.
Segundo a corporação, Cleyton é apontado como homem de confiança de José Severino da Silva Junior, conhecido como “Soró”, identificado pelas autoridades como chefe do tráfico na região.
A explosão aconteceu no último dia 8 dentro da unidade escolar e deixou 10 adolescentes, entre 13 e 15 anos, feridos. As vítimas sofreram lesões nos pés, pernas, abdômen e rosto. Alguns estudantes também relataram perda momentânea de audição e fortes dores nos ouvidos.
De acordo com relatos obtidos pela TV Globo, o explosivo seria um tubo de PVC recheado com areia, pregos, porcas e parafusos.
“As informações que a gente tem é que uma criança encontrou a bomba caseira e jogou pro alto”, afirmou a prefeita de Belford Roxo, Mariana Malta.
Após a explosão, equipes do Esquadrão Antibomba da Core realizaram uma varredura completa na escola e descartaram a presença de outros explosivos no local.
“Fizemos um rastreamento com cães, esquadrinhamos cada centímetro, e não tem nenhum outro artefato no local”, declarou o subsecretário de Polícia Civil, Carlos Oliveira.
Durante as investigações, a Polícia Civil também descartou a participação de alunos na entrada do explosivo na escola. Segundo a corporação, todos os adolescentes foram ouvidos pela Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav), e as diligências concluíram que nenhum estudante levou a bomba para o colégio.
O material recolhido pelo Esquadrão Antibomba segue passando por perícia, enquanto os investigadores continuam trabalhando para identificar a origem do explosivo e esclarecer a ligação dos presos com o atentado.