Todo mundo no Rio: Por que a terceira edição do mega show em Copacabana está errando no marketing?

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Rio. Após duas edições com grande repercussão, o projeto Todo Mundo no Rio enfrenta críticas na estratégia de comunicação em 2026. O megashow previsto para a Praia de Copacabana, que terá apresentação da cantora Shakira em 2 de maio, vem sendo marcado por ruídos na divulgação e expectativas desalinhadas. A MBA em Marketing e Negócios […]

POR Redação SRzd 29/3/2026| 3 min de leitura

Todo mundo no Rio

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Rio. Após duas edições com grande repercussão, o projeto Todo Mundo no Rio enfrenta críticas na estratégia de comunicação em 2026. O megashow previsto para a Praia de Copacabana, que terá apresentação da cantora Shakira em 2 de maio, vem sendo marcado por ruídos na divulgação e expectativas desalinhadas.

A MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global, Jennifer de Paula avalia que a terceira edição do evento, que iniciou com grande comoção nacional e internacional, perdeu força na construção da narrativa digital.

“Ao contrário dos anos anteriores, em que o posicionamento foi mais claro e intenso, vemos agora uma comunicação fragmentada, com vazamentos e rumores que geraram frustração em parte do público”, explica.

Expectativa alta após edições anteriores

O projeto ganhou projeção após o show de Madonna em 2024 e da apresentação de Lady Gaga em 2025, que reuniram milhões de pessoas e geraram forte engajamento nas redes sociais. O sucesso das primeiras edições criou um padrão elevado de expectativa para os anúncios seguintes.

Em 2026, porém, a demora na confirmação da atração principal do evento e rumores envolvendo grandes nomes como Britney Spears contribuíram para o que especialistas classificam como “anticlímax” na divulgação.

Vazamentos e ruído na comunicação

Outro ponto apontado como falha foi o vazamento antecipado de informações em plataformas digitais, antes do anúncio oficial. Esse tipo de situação reduz o impacto da comunicação e enfraquece o momento de lançamento da campanha. De acordo com Jennifer de Paula, o problema não está na atração escolhida, mas na condução da estratégia.

“O marketing precisa controlar a narrativa. Quando os rumores tomam conta da conversa e a confirmação demora, o público cria expectativas que nem sempre podem ser atendidas”, afirma.

Marca forte, mas com desafios

Apesar das críticas, a expectativa de público permanece alta e a força do evento ainda se sustenta pela dimensão do espetáculo gratuito em Copacabana. Para Jennifer de Paula, o caso serve como exemplo da importância da gestão de expectativa em grandes projetos.

“O evento continua forte, mas a comunicação precisa ser mais estratégica. Em projetos desse porte, controlar a informação e alinhar expectativas é essencial para manter o engajamento”.

“Isso é algo para se olhar com atenção pois erros estratégicos podem ocorrer até em eventos deste porte, por isso, projetos menores, posicionamento profissional nas redes sociais e etc., devem ter um olhar muito atento à estratégia por trás do seu posicionamento”, conclui Jennifer de Paula.

Rodapé - entretenimento

Rio. Após duas edições com grande repercussão, o projeto Todo Mundo no Rio enfrenta críticas na estratégia de comunicação em 2026. O megashow previsto para a Praia de Copacabana, que terá apresentação da cantora Shakira em 2 de maio, vem sendo marcado por ruídos na divulgação e expectativas desalinhadas.

A MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global, Jennifer de Paula avalia que a terceira edição do evento, que iniciou com grande comoção nacional e internacional, perdeu força na construção da narrativa digital.

“Ao contrário dos anos anteriores, em que o posicionamento foi mais claro e intenso, vemos agora uma comunicação fragmentada, com vazamentos e rumores que geraram frustração em parte do público”, explica.

Expectativa alta após edições anteriores

O projeto ganhou projeção após o show de Madonna em 2024 e da apresentação de Lady Gaga em 2025, que reuniram milhões de pessoas e geraram forte engajamento nas redes sociais. O sucesso das primeiras edições criou um padrão elevado de expectativa para os anúncios seguintes.

Em 2026, porém, a demora na confirmação da atração principal do evento e rumores envolvendo grandes nomes como Britney Spears contribuíram para o que especialistas classificam como “anticlímax” na divulgação.

Vazamentos e ruído na comunicação

Outro ponto apontado como falha foi o vazamento antecipado de informações em plataformas digitais, antes do anúncio oficial. Esse tipo de situação reduz o impacto da comunicação e enfraquece o momento de lançamento da campanha. De acordo com Jennifer de Paula, o problema não está na atração escolhida, mas na condução da estratégia.

“O marketing precisa controlar a narrativa. Quando os rumores tomam conta da conversa e a confirmação demora, o público cria expectativas que nem sempre podem ser atendidas”, afirma.

Marca forte, mas com desafios

Apesar das críticas, a expectativa de público permanece alta e a força do evento ainda se sustenta pela dimensão do espetáculo gratuito em Copacabana. Para Jennifer de Paula, o caso serve como exemplo da importância da gestão de expectativa em grandes projetos.

“O evento continua forte, mas a comunicação precisa ser mais estratégica. Em projetos desse porte, controlar a informação e alinhar expectativas é essencial para manter o engajamento”.

“Isso é algo para se olhar com atenção pois erros estratégicos podem ocorrer até em eventos deste porte, por isso, projetos menores, posicionamento profissional nas redes sociais e etc., devem ter um olhar muito atento à estratégia por trás do seu posicionamento”, conclui Jennifer de Paula.

Rodapé - entretenimento

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