Caso Henry Borel: Tribunal retoma julgamento de Jairinho e Monique no Rio

  • Icon instagram_blue
  • Icon youtube_blue
  • Icon x_blue
  • Icon facebook_blue
  • Icon google_blue

Rio. O julgamento do ex-vereador Jairinho e de Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel, de quatro anos, ocorrida em março de 2021, será retomado nesta segunda-feira (25). A sessão acontece no 2º Tribunal do Júri da Capital, no centro da cidade, sob presidência da juíza Elizabeth Machado Louro. No júri, cabe à juíza […]

POR Redação SRzd 25/5/2026| 3 min de leitura

Julgamento do Caso Henry Borel. Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Julgamento do Caso Henry Borel. Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

| Siga-nos

Rio. O julgamento do ex-vereador Jairinho e de Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel, de quatro anos, ocorrida em março de 2021, será retomado nesta segunda-feira (25).

A sessão acontece no 2º Tribunal do Júri da Capital, no centro da cidade, sob presidência da juíza Elizabeth Machado Louro.

No júri, cabe à juíza conduzir os trabalhos e aplicar eventual pena, mas a definição sobre condenação ou absolvição pertence aos jurados.

Os jurados votam secretamente, respondendo a quesitos formulados pela magistrada. A decisão é tomada por maioria simples — ao menos quatro votos.

Ao todo, 26 testemunhas foram arroladas pelas partes e pela juíza.

Entre as testemunhas do MP estão o pai de Henry, Leniel Borel, delegados, peritos e ex-namoradas de Jairinho que relataram episódios anteriores de violência.

Com início previsto para 9h, o rito processual deve durar vários dias, segundo expectativa do próprio tribunal.

O julgamento havia começado em março deste ano, mas foi interrompido após os advogados de Jairinho abandonarem o plenário em uma tentativa de forçar o adiamento da sessão.

Desta vez, o Tribunal de Justiça determinou que haverá um defensor público de plantão no plenário para atuar caso os advogados tentem repetir alguma manobra semelhante e abandonem novamente a sessão.

+ os réus

Os dois réus estão presos e respondem por uma série de crimes relacionados à morte da criança, incluindo homicídio qualificado e tortura.

O ex-vereador e então padrasto do menino, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, responde por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação.

Dr. Jairinho e Monique Medeiros no ingresso do casal no sistema penitenciário. Foto: Reprodução
Dr. Jairinho e Monique Medeiros no ingresso do casal no sistema penitenciário. Foto: Reprodução

Já Monique Medeiros, mãe de Henry, será julgada por homicídio por omissão, tortura e coação.

Henry morreu no dia 8 de março de 2021 após dar entrada no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, já em parada cardiorrespiratória.

+ investigações

Inicialmente, o caso foi tratado como um possível mal súbito, mas exames periciais identificaram múltiplas lesões e sinais de agressão.

As investigações sobre a morte da criança apontaram que Henry teria sido submetido a sucessivos episódios de violência antes de chegar morto ao hospital.

Laudos do Instituto Médico-Legal identificaram múltiplas lesões e hemorragia interna, enquanto a polícia reuniu depoimentos e mensagens que indicariam um histórico de agressões anteriores.

Henry Borel. Foto: Reprodução/Youtube/ Agência Senado
Henry Borel. Foto: Reprodução/Youtube/ Agência Senado

Ao longo da tramitação, as defesas dos acusados apresentaram sucessivos recursos, habeas corpus e alegações de nulidades processuais em diferentes instâncias.

Em linhas gerais, porém, o Judiciário manteve os principais marcos da ação penal, incluindo a decisão que submeteu os réus ao Tribunal do Júri.

O Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões reiteradas praticadas por Jairinho e que Monique, mãe do menino, tinha conhecimento das violências e se omitiu.

As defesas negam os crimes e afirmam que houve falhas na investigação e nas perícias.

Rodapé - brasil

Rio. O julgamento do ex-vereador Jairinho e de Monique Medeiros pela morte do menino Henry Borel, de quatro anos, ocorrida em março de 2021, será retomado nesta segunda-feira (25).

A sessão acontece no 2º Tribunal do Júri da Capital, no centro da cidade, sob presidência da juíza Elizabeth Machado Louro.

No júri, cabe à juíza conduzir os trabalhos e aplicar eventual pena, mas a definição sobre condenação ou absolvição pertence aos jurados.

Os jurados votam secretamente, respondendo a quesitos formulados pela magistrada. A decisão é tomada por maioria simples — ao menos quatro votos.

Ao todo, 26 testemunhas foram arroladas pelas partes e pela juíza.

Entre as testemunhas do MP estão o pai de Henry, Leniel Borel, delegados, peritos e ex-namoradas de Jairinho que relataram episódios anteriores de violência.

Com início previsto para 9h, o rito processual deve durar vários dias, segundo expectativa do próprio tribunal.

O julgamento havia começado em março deste ano, mas foi interrompido após os advogados de Jairinho abandonarem o plenário em uma tentativa de forçar o adiamento da sessão.

Desta vez, o Tribunal de Justiça determinou que haverá um defensor público de plantão no plenário para atuar caso os advogados tentem repetir alguma manobra semelhante e abandonem novamente a sessão.

+ os réus

Os dois réus estão presos e respondem por uma série de crimes relacionados à morte da criança, incluindo homicídio qualificado e tortura.

O ex-vereador e então padrasto do menino, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, responde por homicídio triplamente qualificado, tortura e coação.

Dr. Jairinho e Monique Medeiros no ingresso do casal no sistema penitenciário. Foto: Reprodução
Dr. Jairinho e Monique Medeiros no ingresso do casal no sistema penitenciário. Foto: Reprodução

Já Monique Medeiros, mãe de Henry, será julgada por homicídio por omissão, tortura e coação.

Henry morreu no dia 8 de março de 2021 após dar entrada no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, já em parada cardiorrespiratória.

+ investigações

Inicialmente, o caso foi tratado como um possível mal súbito, mas exames periciais identificaram múltiplas lesões e sinais de agressão.

As investigações sobre a morte da criança apontaram que Henry teria sido submetido a sucessivos episódios de violência antes de chegar morto ao hospital.

Laudos do Instituto Médico-Legal identificaram múltiplas lesões e hemorragia interna, enquanto a polícia reuniu depoimentos e mensagens que indicariam um histórico de agressões anteriores.

Henry Borel. Foto: Reprodução/Youtube/ Agência Senado
Henry Borel. Foto: Reprodução/Youtube/ Agência Senado

Ao longo da tramitação, as defesas dos acusados apresentaram sucessivos recursos, habeas corpus e alegações de nulidades processuais em diferentes instâncias.

Em linhas gerais, porém, o Judiciário manteve os principais marcos da ação penal, incluindo a decisão que submeteu os réus ao Tribunal do Júri.

O Ministério Público sustenta que Henry foi vítima de agressões reiteradas praticadas por Jairinho e que Monique, mãe do menino, tinha conhecimento das violências e se omitiu.

As defesas negam os crimes e afirmam que houve falhas na investigação e nas perícias.

Rodapé - brasil

Notícias Relacionadas

Ver tudo