RJ: Saúde teme nova onda de contágio por variante Delta
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro manifestou, na última segunda-feira (16), preocupação com um “possível enfrentamento de uma nova onda de contágio da Covid-19”, que seria provocado pelo avanço da variante Delta. É o que diz um documento foi obtido pelo globo.com onde estima-se que a variante já seja a mais comum […]
PORRedação SRzd18/8/2021|
2 min de leitura
Teste para Covid-19. Foto: Divulgação/Fiocruz
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A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro manifestou, na última segunda-feira (16), preocupação com um “possível enfrentamento de uma nova onda de contágio da Covid-19”, que seria provocado pelo avanço da variante Delta.
É o que diz um documento foi obtido pelo globo.com onde estima-se que a variante já seja a mais comum no estado.
O alerta da Secretaria consta de registro encaminhado para a Defensoria Pública, que pedia informações sobre as novas medidas do governo carioca e plano de reorganização da rede hospitalar.
“De acordo com as últimas notícias sobre a aparição de cepas mais contagiosas, como a variante Delta, cuja disseminação se mostra mais rigorosa, a Administração Pública entende que, permanece a necessidade de criação de estratégias, como a reserva técnica, para o aumento da capacidade de leitos de UTI adulto, tipo II e leitos de enfermaria clínica com o fim de otimizar o sistema de regulação e acolher o paciente de forma humanizada”, diz trecho do documento.
A Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro manifestou, na última segunda-feira (16), preocupação com um “possível enfrentamento de uma nova onda de contágio da Covid-19”, que seria provocado pelo avanço da variante Delta.
É o que diz um documento foi obtido pelo globo.com onde estima-se que a variante já seja a mais comum no estado.
O alerta da Secretaria consta de registro encaminhado para a Defensoria Pública, que pedia informações sobre as novas medidas do governo carioca e plano de reorganização da rede hospitalar.
“De acordo com as últimas notícias sobre a aparição de cepas mais contagiosas, como a variante Delta, cuja disseminação se mostra mais rigorosa, a Administração Pública entende que, permanece a necessidade de criação de estratégias, como a reserva técnica, para o aumento da capacidade de leitos de UTI adulto, tipo II e leitos de enfermaria clínica com o fim de otimizar o sistema de regulação e acolher o paciente de forma humanizada”, diz trecho do documento.