A execução de mulher por PM em SP gerou revolta em todo país; vídeo mostra os minutos de horror
São Paulo. O registro minuto a minuto de uma tragédia injustificável. Imagens das câmeras corporais da Polícia Militar do Estado de São Paulo expõem mais uma ação controversa dos agentes e que culminaram na morte de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, no bairro de Cidade Tiradentes, Zona Leste da capital paulista. O que […]
PORRedação SRzd10/4/2026|
2 min de leitura
Thawanna da Silva Salmázio, morta após abordagem policial, e o marido, Luciano Gonçalves dos Santos. Rede sociais
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São Paulo. O registro minuto a minuto de uma tragédia injustificável.
Imagens das câmeras corporais da Polícia Militar do Estado de São Paulo expõem mais uma ação controversa dos agentes e que culminaram na morte de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, no bairro de Cidade Tiradentes, Zona Leste da capital paulista.
O que deveria ser um patrulhamento de rotina transformou-se em uma cena de execução sumária, que teria sido motivada por um incidente banal de trânsito e alimentada por uma política de segurança pública diversa do governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Na madrugada da última sexta-feira (3), às 2h58, Thawanna caminhava de braços dados com o marido, Luciano Gonçalves dos Santos, pela Rua Edimundo Audran. No local, calçadas com menos de um metro de largura obrigam pedestres a dividir o asfalto com os veículos. Foi nesse cenário que a viatura conduzida pelo soldado Weden Silva atingiu, com o retrovisor, o braço de Luciano.
O que se seguiu foi uma escalada de agressividade verbal por parte dos agentes.
O soldado Weden deu marcha a ré e iniciou uma sequência de ofensas.
“A rua é lugar para você estar andando, caralho?”, gritou o policial.
O casal reage, afirmando que a viatura estava em alta velocidade. A PM Yasmin Ferreira desce do carro imediatamente e, em seguida, Soares também desembarca.
Menos de um minuto depois, Yasmin dispara contra Thawanna. A policial afirmou que atirou após ter levado um tapa da vítima.
Os policiais foram afastados do serviço operacional “até a conclusão das investigações”, informou a Secretaria da Segurança Pública. O caso é apurado pelas polícias Civil e Militar (veja o registro da ação):
São Paulo. O registro minuto a minuto de uma tragédia injustificável.
Imagens das câmeras corporais da Polícia Militar do Estado de São Paulo expõem mais uma ação controversa dos agentes e que culminaram na morte de Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, no bairro de Cidade Tiradentes, Zona Leste da capital paulista.
O que deveria ser um patrulhamento de rotina transformou-se em uma cena de execução sumária, que teria sido motivada por um incidente banal de trânsito e alimentada por uma política de segurança pública diversa do governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Na madrugada da última sexta-feira (3), às 2h58, Thawanna caminhava de braços dados com o marido, Luciano Gonçalves dos Santos, pela Rua Edimundo Audran. No local, calçadas com menos de um metro de largura obrigam pedestres a dividir o asfalto com os veículos. Foi nesse cenário que a viatura conduzida pelo soldado Weden Silva atingiu, com o retrovisor, o braço de Luciano.
O que se seguiu foi uma escalada de agressividade verbal por parte dos agentes.
O soldado Weden deu marcha a ré e iniciou uma sequência de ofensas.
“A rua é lugar para você estar andando, caralho?”, gritou o policial.
O casal reage, afirmando que a viatura estava em alta velocidade. A PM Yasmin Ferreira desce do carro imediatamente e, em seguida, Soares também desembarca.
Menos de um minuto depois, Yasmin dispara contra Thawanna. A policial afirmou que atirou após ter levado um tapa da vítima.
Os policiais foram afastados do serviço operacional “até a conclusão das investigações”, informou a Secretaria da Segurança Pública. O caso é apurado pelas polícias Civil e Militar (veja o registro da ação):