Agricultura quilombola de SP vira patrimônio imaterial do Brasil

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Foi aprovado nesta quinta-feira (20) o registro de patrimônio imaterial brasileiro do sistema agrícola das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. A decisão foi tomada pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em reunião no Rio de Janeiro. O sistema agrícola paulista é empregado desde o período colonial especialmente no cultivo […]

POR Redação SP 22/9/2018| 1 min de leitura

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Agricultura quilombola de SP vira patrimônio imaterial do Brasil. Foto: Ministério da Cultura

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Foi aprovado nesta quinta-feira (20) o registro de patrimônio imaterial brasileiro do sistema agrícola das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. A decisão foi tomada pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em reunião no Rio de Janeiro.

O sistema agrícola paulista é empregado desde o período colonial especialmente no cultivo de mandioca, milho, feijão e arroz de comunidades instaladas nas margens do Rio Ribeira de Iguape.

“O plantar e colher estabeleceu as trocas com a natureza, os laços de parentesco e compadrio, a fabricação de materiais para o uso diário, a expressão do divino e as manifestações religiosas, de música e dança, transmitidos entre as sucessivas gerações que ali moraram”, diz texto do Ministério da Cultura.

Foi aprovado nesta quinta-feira (20) o registro de patrimônio imaterial brasileiro do sistema agrícola das comunidades quilombolas do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. A decisão foi tomada pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural em reunião no Rio de Janeiro.

O sistema agrícola paulista é empregado desde o período colonial especialmente no cultivo de mandioca, milho, feijão e arroz de comunidades instaladas nas margens do Rio Ribeira de Iguape.

“O plantar e colher estabeleceu as trocas com a natureza, os laços de parentesco e compadrio, a fabricação de materiais para o uso diário, a expressão do divino e as manifestações religiosas, de música e dança, transmitidos entre as sucessivas gerações que ali moraram”, diz texto do Ministério da Cultura.

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