VÍDEO: Algoz do PCC, ex-delegado é executado após perseguição no litoral de SP

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Crime. O ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi morto nesta segunda-feira (15), após ser baleado em uma emboscada no bairro Vila Mirim, em Praia Grande, no bairro Vila Mirim. Atual secretário de Administração de Praia Grande, ele era conhecido por sua atuação contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC). […]

POR Redação SRzd 16/9/2025| 2 min de leitura

Algoz do PCC é executado após perseguição no litoral de São Paulo. Foto: Reprodução de vídeo

Algoz do PCC é executado após perseguição no litoral de São Paulo. Foto: Reprodução de vídeo

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Crime. O ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi morto nesta segunda-feira (15), após ser baleado em uma emboscada no bairro Vila Mirim, em Praia Grande, no bairro Vila Mirim.

Atual secretário de Administração de Praia Grande, ele era conhecido por sua atuação contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ruy estava na prefeitura de Praia Grande, saiu do edifício e foi seguido por criminosos em uma Hilux. Imagens de segurança registraram o momento do assassinato.

O ex-delegado aparece pilotando seu carro em alta velocidade, até que ele entra em um cruzamento e é atingido por um ônibus. Seu carro capota e os criminosos, que estavam em um veículo atrás, vão até ele carregando fuzis.

O delegado-geral de São Paulo, Artur Dian, afirmou que os criminosos atiraram mais de 20 vezes durante o atentado contra Fontes. Horas depois, o automóvel suspeito de ter sido usado na ação foi encontrado incendiado a aproximadamente dois quilômetros do local do crime.

A polícia suspeita que a ação tenha sido tocada pela Sintonia Restrita, o grupo de pistoleiros do PCC. Uma força tarefa investiga a execução.

A Prefeitura de Praia Grande informou que outras duas pessoas ficaram feridas na ocorrência. Uma mulher e um homem foram atendidos pelas equipes do Samu e encaminhados para a UPA Quietude. Os dois não correm risco de morte e foram transferidos para o Hospital Municipal Irmã Dulce.

Em sua trajetória Ruy esteve também à frente da Delegacia Geral de Polícia do Estado de São Paulo e foi Diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

Em 2006, foi o responsável por indiciar a cúpula do PCC, incluindo Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola. Pela facção, ele chegou a ser alvo de um plano de assassinato em 2010.

+ assista aos vídeos:

Rodapé - brasil

Crime. O ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi morto nesta segunda-feira (15), após ser baleado em uma emboscada no bairro Vila Mirim, em Praia Grande, no bairro Vila Mirim.

Atual secretário de Administração de Praia Grande, ele era conhecido por sua atuação contra a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ruy estava na prefeitura de Praia Grande, saiu do edifício e foi seguido por criminosos em uma Hilux. Imagens de segurança registraram o momento do assassinato.

O ex-delegado aparece pilotando seu carro em alta velocidade, até que ele entra em um cruzamento e é atingido por um ônibus. Seu carro capota e os criminosos, que estavam em um veículo atrás, vão até ele carregando fuzis.

O delegado-geral de São Paulo, Artur Dian, afirmou que os criminosos atiraram mais de 20 vezes durante o atentado contra Fontes. Horas depois, o automóvel suspeito de ter sido usado na ação foi encontrado incendiado a aproximadamente dois quilômetros do local do crime.

A polícia suspeita que a ação tenha sido tocada pela Sintonia Restrita, o grupo de pistoleiros do PCC. Uma força tarefa investiga a execução.

A Prefeitura de Praia Grande informou que outras duas pessoas ficaram feridas na ocorrência. Uma mulher e um homem foram atendidos pelas equipes do Samu e encaminhados para a UPA Quietude. Os dois não correm risco de morte e foram transferidos para o Hospital Municipal Irmã Dulce.

Em sua trajetória Ruy esteve também à frente da Delegacia Geral de Polícia do Estado de São Paulo e foi Diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap).

Em 2006, foi o responsável por indiciar a cúpula do PCC, incluindo Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola. Pela facção, ele chegou a ser alvo de um plano de assassinato em 2010.

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