SP: Dose pediátrica da Pfizer não causou parada cardíaca em criança no interior
A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo concluiu, nesta quinta-feira (20), que a vacina contra a Covid-19, da Pfizer, não causou a parada cardíaca de uma menina de 10 anos, registrada no interior, na cidade de Lençóis Paulista, imunizada com a dose. Segundo o Comitê Científico da Secretaria, que reúne técnicos da vigilância […]
PORRedação SRzd20/1/2022|
2 min de leitura
Vacinação em criança. Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo
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A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo concluiu, nesta quinta-feira (20), que a vacina contra a Covid-19, da Pfizer, não causou a parada cardíaca de uma menina de 10 anos, registrada no interior, na cidade de Lençóis Paulista, imunizada com a dose.
Segundo o Comitê Científico da Secretaria, que reúne técnicos da vigilância sanitária e médicos especialistas, após a análise técnica do caso, concluiu que a criança teve uma parada cardíaca em decorrência de uma doença rara pré-existente.
O estudo ainda informou tratar-se de uma condição congênita rara, até então desconhecida pela própria família. Foi essa condição que desencadeou a parada cardíaca.
A criança já teve o quadro revertido e segue hospitalizada, com quadro estável. Ela foi internada em uma Unidade de Terapia Intensiva de um hospital de Botucatu, também no interior paulista, desde a última quarta-feira (19), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica.
De acordo com a Prefeitura de Lençóis, o pai relatou que a criança “apresentou alterações nos batimentos cardíacos e desmaiou”. Ela foi encaminhada à rede de saúde particular para receber atendimento médico, onde foi reanimada.
A Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo concluiu, nesta quinta-feira (20), que a vacina contra a Covid-19, da Pfizer, não causou a parada cardíaca de uma menina de 10 anos, registrada no interior, na cidade de Lençóis Paulista, imunizada com a dose.
Segundo o Comitê Científico da Secretaria, que reúne técnicos da vigilância sanitária e médicos especialistas, após a análise técnica do caso, concluiu que a criança teve uma parada cardíaca em decorrência de uma doença rara pré-existente.
O estudo ainda informou tratar-se de uma condição congênita rara, até então desconhecida pela própria família. Foi essa condição que desencadeou a parada cardíaca.
A criança já teve o quadro revertido e segue hospitalizada, com quadro estável. Ela foi internada em uma Unidade de Terapia Intensiva de um hospital de Botucatu, também no interior paulista, desde a última quarta-feira (19), cerca de 12 horas depois de tomar a dose pediátrica.
De acordo com a Prefeitura de Lençóis, o pai relatou que a criança “apresentou alterações nos batimentos cardíacos e desmaiou”. Ela foi encaminhada à rede de saúde particular para receber atendimento médico, onde foi reanimada.