‘É justo a população pagar salário para um monstro desse?’, questiona pai de PM morta sobre aposentadoria de coronel
São Paulo. Os pais da PM Gisele Alves Santana, morta em fevereiro com um tiro na cabeça, reagiram à decisão da Polícia Militar do Estado de São Paulo de transferir para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual. O oficial é acusado de assassinar a ex-mulher […]
PORRedação SRzd2/4/2026|
2 min de leitura
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São Paulo. Os pais da PM Gisele Alves Santana, morta em fevereiro com um tiro na cabeça, reagiram à decisão da Polícia Militar do Estado de São Paulo de transferir para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual.
O oficial é acusado de assassinar a ex-mulher e receberá cerca de R$ 21 mil mensais de aposentadoria.
Em depoimento enviado à TV Globo, o pai de Gisele, José Simonal Telles, criticou a medida:
“Você acha justo a população do estado de São Paulo pagar salário para um monstro desse, covarde que matou sua mulher e colega de farda porque disse não pra ele? Para aposentar ele foi rápido, para a minha filha sobrou o caixão e o luto para a família”, questionou.
A mãe, Marinalva Vieira Alves de Santana, também reagiu:
“É muito revoltante ver um assassino desse ser aposentado, é muito triste para nós, revoltante também, um assassino desse se aposentar assim tão rápido”, disse.
A Diretoria de Pessoal da PM publicou nesta quinta-feira (2) uma portaria de inatividade que manda para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e informa que “o oficial tem o direito da aposentadoria pelos critérios proporcionais de idade, com vencimentos integrais”.
O pedido de aposentadoria foi feito pelo próprio tenente-coronel à corporação.
Ele deve continuar recebendo salário, que foi de R$ 28,9 mil brutos em fevereiro, segundo o site da Transparência do governo de São Paulo.
São Paulo. Os pais da PM Gisele Alves Santana, morta em fevereiro com um tiro na cabeça, reagiram à decisão da Polícia Militar do Estado de São Paulo de transferir para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual.
O oficial é acusado de assassinar a ex-mulher e receberá cerca de R$ 21 mil mensais de aposentadoria.
Em depoimento enviado à TV Globo, o pai de Gisele, José Simonal Telles, criticou a medida:
“Você acha justo a população do estado de São Paulo pagar salário para um monstro desse, covarde que matou sua mulher e colega de farda porque disse não pra ele? Para aposentar ele foi rápido, para a minha filha sobrou o caixão e o luto para a família”, questionou.
A mãe, Marinalva Vieira Alves de Santana, também reagiu:
“É muito revoltante ver um assassino desse ser aposentado, é muito triste para nós, revoltante também, um assassino desse se aposentar assim tão rápido”, disse.
A Diretoria de Pessoal da PM publicou nesta quinta-feira (2) uma portaria de inatividade que manda para a reserva o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e informa que “o oficial tem o direito da aposentadoria pelos critérios proporcionais de idade, com vencimentos integrais”.
O pedido de aposentadoria foi feito pelo próprio tenente-coronel à corporação.
Ele deve continuar recebendo salário, que foi de R$ 28,9 mil brutos em fevereiro, segundo o site da Transparência do governo de São Paulo.