São Paulo. Resultados do laudo pericial realizado após a exumação do corpo da PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em seu apartamento no dia 18 de fevereiro com um tiro na cabeça, revelou presença de sêmen no canal vaginal. A revelação contraria a versão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido de […]
PORRedação SRzd20/3/2026|
2 min de leitura
Marido PM passa a ser investigado após morte da esposa em SP
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São Paulo. Resultados do laudo pericial realizado após a exumação do corpo da PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em seu apartamento no dia 18 de fevereiro com um tiro na cabeça, revelou presença de sêmen no canal vaginal.
A revelação contraria a versão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido de Gisele e principal suspeito pelos crimes de femincídio e fraude processual.
O oficial afirmou que o casal estava em crise e que dormiam em quartos separados, sem contato íntimo.
“Na análise da amostra do exame sexológico, há resultado positivo para espermatozoides no canal vaginal conferindo a existência de coito vaginal recente”, registra o documento das análises periciais.
RELEMBRE O CASO: O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã de quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.
Ele foi detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo e depois levado ao Presídio Militar Romão Gomes.
Na terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão. A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.
Gisele foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista. O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.
O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar. Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.
Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.
No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.
São Paulo. Resultados do laudo pericial realizado após a exumação do corpo da PM Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada morta em seu apartamento no dia 18 de fevereiro com um tiro na cabeça, revelou presença de sêmen no canal vaginal.
A revelação contraria a versão do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido de Gisele e principal suspeito pelos crimes de femincídio e fraude processual.
O oficial afirmou que o casal estava em crise e que dormiam em quartos separados, sem contato íntimo.
“Na análise da amostra do exame sexológico, há resultado positivo para espermatozoides no canal vaginal conferindo a existência de coito vaginal recente”, registra o documento das análises periciais.
RELEMBRE O CASO: O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã de quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.
Ele foi detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo e depois levado ao Presídio Militar Romão Gomes.
Na terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão. A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.
Gisele foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista. O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.
O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar. Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.
Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.
No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.