Investigado por estupro, Melqui Galvão é alvo de nova acusação de ex-aluna
São Paulo. Uma nova vítima do lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o Melqui Galvão, relatou que foi estuprada cinco vezes ao longo de um ano, quando participava de um projeto social esportivo mantido por ele em Manaus. Os abusos teriam começado quando ela tinha 16 anos. De acordo com o […]
PORRedação SRzd1/6/2026|
2 min de leitura
Melqui Galvão, Foto: Reprodução de TV
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São Paulo. Uma nova vítima do lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o Melqui Galvão, relatou que foi estuprada cinco vezes ao longo de um ano, quando participava de um projeto social esportivo mantido por ele em Manaus. Os abusos teriam começado quando ela tinha 16 anos.
De acordo com o depoimento, os episódios ocorriam principalmente na proximidade de campeonatos ou eventos esportivos de alto custo. A vítima afirmou que Melqui se aproveitava da dificuldade financeira dela para impor a situação. “Ele falou que ia me dar o dinheiro, mas a gente tinha que conversar primeiro. Só que ele me levou para um hotel”, contou ao Bom Dia Brasil.
Melqui Galvão, que também é policial civil, está preso preventivamente em São Paulo e é investigado por estupro, estupro de vulnerável, favorecimento à prostituição, importunação sexual, invasão de dispositivo eletrônico e coação. Ao todo, nove vítimas já registraram boletim de ocorrência contra ele.
A delegada Mayara Magna, da Polícia Civil do Amazonas, afirmou que o investigado se aproveitava da vulnerabilidade de crianças e adolescentes que sonhavam em seguir carreira no esporte.
Outra atleta, Brenda Larissa Alves da Silva, de 27 anos, também denunciou ter sofrido abusos sexuais, físicos e psicológicos por 14 anos. Ela afirmou que a própria irmã também teria sido vítima de estupro cometido por Melqui.
O irmão do lutador, Enoque Galvão, também policial, foi preso temporariamente e é acusado por importunação e estupro por duas vítimas.
Em nota, a Polícia Civil do Amazonas informou que as investigações seguem em Manaus, com depoimentos presenciais e virtuais. O suspeito aguarda decisão judicial para ser transferido a um presídio em São Paulo.
O filho de Melqui, o multicampeão Mica Galvão, manifestou-se nas redes sociais: “Como pessoa, repudio qualquer forma de assédio ou violência contra mulheres e crianças”, escreveu.
São Paulo. Uma nova vítima do lutador e professor de jiu-jitsu Melquisedeque de Lima Galvão Ferreira, o Melqui Galvão, relatou que foi estuprada cinco vezes ao longo de um ano, quando participava de um projeto social esportivo mantido por ele em Manaus. Os abusos teriam começado quando ela tinha 16 anos.
De acordo com o depoimento, os episódios ocorriam principalmente na proximidade de campeonatos ou eventos esportivos de alto custo. A vítima afirmou que Melqui se aproveitava da dificuldade financeira dela para impor a situação. “Ele falou que ia me dar o dinheiro, mas a gente tinha que conversar primeiro. Só que ele me levou para um hotel”, contou ao Bom Dia Brasil.
Melqui Galvão, que também é policial civil, está preso preventivamente em São Paulo e é investigado por estupro, estupro de vulnerável, favorecimento à prostituição, importunação sexual, invasão de dispositivo eletrônico e coação. Ao todo, nove vítimas já registraram boletim de ocorrência contra ele.
A delegada Mayara Magna, da Polícia Civil do Amazonas, afirmou que o investigado se aproveitava da vulnerabilidade de crianças e adolescentes que sonhavam em seguir carreira no esporte.
Outra atleta, Brenda Larissa Alves da Silva, de 27 anos, também denunciou ter sofrido abusos sexuais, físicos e psicológicos por 14 anos. Ela afirmou que a própria irmã também teria sido vítima de estupro cometido por Melqui.
O irmão do lutador, Enoque Galvão, também policial, foi preso temporariamente e é acusado por importunação e estupro por duas vítimas.
Em nota, a Polícia Civil do Amazonas informou que as investigações seguem em Manaus, com depoimentos presenciais e virtuais. O suspeito aguarda decisão judicial para ser transferido a um presídio em São Paulo.
O filho de Melqui, o multicampeão Mica Galvão, manifestou-se nas redes sociais: “Como pessoa, repudio qualquer forma de assédio ou violência contra mulheres e crianças”, escreveu.