João Doria promete privatizar Ibirapuera e estádio do Pacaembu

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A concessão do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da cidade de São Paulo, deve ser liberada ainda em janeiro. O mesmo deve ocorrer com o estádio do Pacaembu, segundo prometeu o governador eleito do Estado João Doria, do PSDB. Doria disse que as liberações são “simples” e que dependem apenas “de um decreto” para […]

POR Redação SP 1/11/2018| 2 min de leitura

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João Doria. Foto: PSDB

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A concessão do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da cidade de São Paulo, deve ser liberada ainda em janeiro. O mesmo deve ocorrer com o estádio do Pacaembu, segundo prometeu o governador eleito do Estado João Doria, do PSDB.

Doria disse que as liberações são “simples” e que dependem apenas “de um decreto” para serem tocadas adiante:

“Serão destravadas por mim. Vamos fazer o que deve ser feito e o que estava combinado com o governador Alckmin”, afirmou.

Ambas as concessões, planejadas pela Prefeitura, emperraram por causa da propriedade dos terrenos dos dois equipamentos públicos. No caso do Ibirapuera, parte do estacionamento fica em um terreno do Estado. Seria uma das principais fontes de renda do concessionário que explorasse comercialmente o parque, com arrecadação prevista de R$ 5 milhões por mês. Sem essa área, a Prefeitura anunciou uma redução do projeto, diminuindo as contrapartidas cobradas do futuro parceiro, especialmente a redução de cinco para um parque que a empresa teria de manter.

Já no Pacaembu, todo o terreno é do Estado, embora o complexo esportivo tenha sido construído pela Prefeitura, nas décadas de 30 e 40. A concessão já vinha sendo questionada pelo Tribunal de Contas do Município e pela Justiça. Com a decisão da gestão de Márcio França, do PSB, de não liberar a área, o processo ficou paralisado.

A concessão do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da cidade de São Paulo, deve ser liberada ainda em janeiro. O mesmo deve ocorrer com o estádio do Pacaembu, segundo prometeu o governador eleito do Estado João Doria, do PSDB.

Doria disse que as liberações são “simples” e que dependem apenas “de um decreto” para serem tocadas adiante:

“Serão destravadas por mim. Vamos fazer o que deve ser feito e o que estava combinado com o governador Alckmin”, afirmou.

Ambas as concessões, planejadas pela Prefeitura, emperraram por causa da propriedade dos terrenos dos dois equipamentos públicos. No caso do Ibirapuera, parte do estacionamento fica em um terreno do Estado. Seria uma das principais fontes de renda do concessionário que explorasse comercialmente o parque, com arrecadação prevista de R$ 5 milhões por mês. Sem essa área, a Prefeitura anunciou uma redução do projeto, diminuindo as contrapartidas cobradas do futuro parceiro, especialmente a redução de cinco para um parque que a empresa teria de manter.

Já no Pacaembu, todo o terreno é do Estado, embora o complexo esportivo tenha sido construído pela Prefeitura, nas décadas de 30 e 40. A concessão já vinha sendo questionada pelo Tribunal de Contas do Município e pela Justiça. Com a decisão da gestão de Márcio França, do PSB, de não liberar a área, o processo ficou paralisado.

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