Justiça condena professor que sugeriu ‘guilhotina’ para filha de Roberto Justus
São Paulo. A Justiça condenou o professor universitário Marcos Dantas, titular aposentado da UFRJ, por publicar ataques contra Vicky Justus, filha de cinco anos deRoberto Justus e Ana Paula Siebert. Em junho, o professor reagiu a uma foto em que a menina apareceu com uma bolsa de grife de R$ 14 mil reais nas redes […]
PORRedação SRzd22/10/2025|
2 min de leitura
Ana Paula Siebert e Roberto Justus.Foto: Reprodução/Instagram
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São Paulo. A Justiça condenou o professor universitário Marcos Dantas, titular aposentado da UFRJ, por publicar ataques contra Vicky Justus, filha de cinco anos deRoberto Justus e Ana Paula Siebert.
Em junho, o professor reagiu a uma foto em que a menina apareceu com uma bolsa de grife de R$ 14 mil reais nas redes sociais dos pais.
“Só guilhotina”, escreveu ele em referência ao método de execução conhecido durante a Revolução Francesa.
Diante da repercussão, Dantas se manifestou na época dizendo que a citação a “guilhotina” foi uma metáfora sobre desigualdade social.
Ele negou qualquer ameaça à família do empresário e afirmou que seu objetivo era fazer um alerta simbólico sobre os riscos da insensibilidade social.
De acordo com o site “Metrópoles”, o professor terá que pagar R$ 50 mil a cada autor da ação, no caso os pais, além dos honorários e custas do processo, que ainda cabe recurso.
“A mensagem do requerido deve ser reconhecida como discurso de ódio por recomendar a pena capital para os autores, em razão de simples postagem em rede social, revelando extremo desprezo pela condição humana e a lesão aos direitos da personalidade deles”, escreveu o magistrado na decisão.
O juiz também classificou a postagem como discurso de ódio: “A mensagem do requerido deve ser reconhecida como discurso de ódio por recomendar a pena capital para os autores, em razão de simples postagem em rede social, revelando extremo desprezo pela condição humana e a lesão aos direito da personalidade deles. Se o requerido não concorda/concordava com o estilo de vida dos autores poderia criticar, mas lhe é vedado ofender, muito menos pregar o fim da existência deles”.
O advogado do casal, Rafael Pavan, informou que o valor recebido será doado à caridade. Marcos Dantas ainda não se pronunciou sobre a decisão judicial.
São Paulo. A Justiça condenou o professor universitário Marcos Dantas, titular aposentado da UFRJ, por publicar ataques contra Vicky Justus, filha de cinco anos deRoberto Justus e Ana Paula Siebert.
Em junho, o professor reagiu a uma foto em que a menina apareceu com uma bolsa de grife de R$ 14 mil reais nas redes sociais dos pais.
“Só guilhotina”, escreveu ele em referência ao método de execução conhecido durante a Revolução Francesa.
Diante da repercussão, Dantas se manifestou na época dizendo que a citação a “guilhotina” foi uma metáfora sobre desigualdade social.
Ele negou qualquer ameaça à família do empresário e afirmou que seu objetivo era fazer um alerta simbólico sobre os riscos da insensibilidade social.
De acordo com o site “Metrópoles”, o professor terá que pagar R$ 50 mil a cada autor da ação, no caso os pais, além dos honorários e custas do processo, que ainda cabe recurso.
“A mensagem do requerido deve ser reconhecida como discurso de ódio por recomendar a pena capital para os autores, em razão de simples postagem em rede social, revelando extremo desprezo pela condição humana e a lesão aos direitos da personalidade deles”, escreveu o magistrado na decisão.
O juiz também classificou a postagem como discurso de ódio: “A mensagem do requerido deve ser reconhecida como discurso de ódio por recomendar a pena capital para os autores, em razão de simples postagem em rede social, revelando extremo desprezo pela condição humana e a lesão aos direito da personalidade deles. Se o requerido não concorda/concordava com o estilo de vida dos autores poderia criticar, mas lhe é vedado ofender, muito menos pregar o fim da existência deles”.
O advogado do casal, Rafael Pavan, informou que o valor recebido será doado à caridade. Marcos Dantas ainda não se pronunciou sobre a decisão judicial.