Tristeza. O jornalista José Roberto Dias Guzzo, conhecido como J.R. Guzzo, morreu na madrugada deste sábado (2), em São Paulo, aos 82 anos, vítima de um infarto. Importante nome da imprensa brasileira, Guzzo teve uma carreira marcada por passagens em veículos como Veja, Exame, Estadão e, mais recentemente, na revista digital Oeste, da qual foi […]
PORRedação SRzd2/8/2025|
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Morre o jornalista José Roberto Guzzo. Foto: Reprodução de TV
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Tristeza. O jornalista José Roberto Dias Guzzo, conhecido como J.R. Guzzo, morreu na madrugada deste sábado (2), em São Paulo, aos 82 anos, vítima de um infarto. Importante nome da imprensa brasileira, Guzzo teve uma carreira marcada por passagens em veículos como Veja, Exame, Estadão e, mais recentemente, na revista digital Oeste, da qual foi um dos fundadores.
Guzzo iniciou sua trajetória no jornalismo em 1961, no Última Hora. Passou pelo Jornal da Tarde como correspondente internacional e, em 1968, ingressou na Veja. Começou como editor de Internacional e chegou à direção da revista em 1976, posição que ocupou por 15 anos.
Ele também dirigiu a revista Exame, da qual foi diretor-geral e publisher, e voltou à Veja em 2008 como colunista, permanecendo até 2019. Em 2020, ajudou a fundar a revista Oeste, com forte identificação junto ao público conservador. No ano seguinte, passou a assinar colunas também no Estadão.
O velório acontece neste sábado, no Cemitério Congonhas, em São Paulo. O sepultamento está marcado para o domingo (3).
Tristeza. O jornalista José Roberto Dias Guzzo, conhecido como J.R. Guzzo, morreu na madrugada deste sábado (2), em São Paulo, aos 82 anos, vítima de um infarto. Importante nome da imprensa brasileira, Guzzo teve uma carreira marcada por passagens em veículos como Veja, Exame, Estadão e, mais recentemente, na revista digital Oeste, da qual foi um dos fundadores.
Guzzo iniciou sua trajetória no jornalismo em 1961, no Última Hora. Passou pelo Jornal da Tarde como correspondente internacional e, em 1968, ingressou na Veja. Começou como editor de Internacional e chegou à direção da revista em 1976, posição que ocupou por 15 anos.
Ele também dirigiu a revista Exame, da qual foi diretor-geral e publisher, e voltou à Veja em 2008 como colunista, permanecendo até 2019. Em 2020, ajudou a fundar a revista Oeste, com forte identificação junto ao público conservador. No ano seguinte, passou a assinar colunas também no Estadão.
O velório acontece neste sábado, no Cemitério Congonhas, em São Paulo. O sepultamento está marcado para o domingo (3).