Mulher morre após beber vodca com metanol em São Paulo
São Paulo. A Prefeitura de São Bernardo do Campo confirmou a morte de Bruna Araújo de Souza, de 30 anos, internada desde o dia 29 de setembro no Hospital de Clínicas da cidade após ingerir um drinque adulterado com metanol. A bebida, uma mistura de vodca com suco de pêssego, foi consumida em um bar […]
PORRedação SRzd7/10/2025|
2 min de leitura
Bruna Araújo. Foto: Reprodução/Instagram
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São Paulo. A Prefeitura de São Bernardo do Campo confirmou a morte de Bruna Araújo de Souza, de 30 anos, internada desde o dia 29 de setembro no Hospital de Clínicas da cidade após ingerir um drinque adulterado com metanol.
A bebida, uma mistura de vodca com suco de pêssego, foi consumida em um bar chamado Villa Jardim, no bairro Taboão, na noite do domingo, 28 de setembro.
De acordo com a administração municipal, Bruna apresentou sintomas como náuseas, vômitos, dores estomacais, visão embaçada e dores de cabeça poucas horas após o consumo.
Ela foi inicialmente atendida em uma UPA e, devido à gravidade do quadro, transferida e entubada no hospital, onde recebeu tratamento com antídoto para metanol e sessões de hemodiálise.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Bruna morreu após a adoção de um protocolo de cuidados paliativos, em decisão tomada pela equipe médica em conjunto com a família.
A investigação conduzida pela Polícia Civil aponta que a bebida consumida no Villa Jardim estava contaminada com metanol, substância altamente tóxica usada indevidamente na adulteração de bebidas alcoólicas. O estabelecimento foi interditado, e outras apreensões foram realizadas na cidade.
A administração municipal afirmou, em nota, que a paciente “recebeu a melhor assistência possível” e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
O caso de Bruna integra uma série de ocorrências de intoxicação por metanol registradas em diferentes cidades de São Paulo desde o fim de setembro.
Trata-se do terceiro caso confirmado com laudo e confirmação de ingestão de bebida adulterada. O estado de São Paulo tem 15 casos confirmados de intoxicação por metanol e 164 em investigação, incluindo seis mortes suspeitas, de acordo com novo balanço divulgado pelo governo no início da noite desta segunda-feira (6).
São Paulo. A Prefeitura de São Bernardo do Campo confirmou a morte de Bruna Araújo de Souza, de 30 anos, internada desde o dia 29 de setembro no Hospital de Clínicas da cidade após ingerir um drinque adulterado com metanol.
A bebida, uma mistura de vodca com suco de pêssego, foi consumida em um bar chamado Villa Jardim, no bairro Taboão, na noite do domingo, 28 de setembro.
De acordo com a administração municipal, Bruna apresentou sintomas como náuseas, vômitos, dores estomacais, visão embaçada e dores de cabeça poucas horas após o consumo.
Ela foi inicialmente atendida em uma UPA e, devido à gravidade do quadro, transferida e entubada no hospital, onde recebeu tratamento com antídoto para metanol e sessões de hemodiálise.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, Bruna morreu após a adoção de um protocolo de cuidados paliativos, em decisão tomada pela equipe médica em conjunto com a família.
A investigação conduzida pela Polícia Civil aponta que a bebida consumida no Villa Jardim estava contaminada com metanol, substância altamente tóxica usada indevidamente na adulteração de bebidas alcoólicas. O estabelecimento foi interditado, e outras apreensões foram realizadas na cidade.
A administração municipal afirmou, em nota, que a paciente “recebeu a melhor assistência possível” e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
O caso de Bruna integra uma série de ocorrências de intoxicação por metanol registradas em diferentes cidades de São Paulo desde o fim de setembro.
Trata-se do terceiro caso confirmado com laudo e confirmação de ingestão de bebida adulterada. O estado de São Paulo tem 15 casos confirmados de intoxicação por metanol e 164 em investigação, incluindo seis mortes suspeitas, de acordo com novo balanço divulgado pelo governo no início da noite desta segunda-feira (6).