Passageira da Voepass: ‘Medo desse voo’

  • Icon instagram_blue
  • Icon youtube_blue
  • Icon x_blue
  • Icon facebook_blue
  • Icon google_blue

Pressentimento. Uma das 62 vítimas do acidente aéreo em Vinhedo, São Paulo, Rosana Santos Xavier, de 23 anos, enviou mensagens aos parentes antes do voo dizendo estar com medo do avião da Voepass. “Que medo desse voo, juro, avião velho. Tem uma poltrona quebrada, caos”, diz o texto enviado para o grupo da família. A […]

POR Redação SRzd 11/8/2024| 1 min de leitura

Um avião com 57 passageiros e 4 tripulantes caiu em uma casa num condomínio fechado na região do bairro Capela, na cidade de Vinhedo, no início da tarde desta sexta-feira (9).

Avião da Voepass. Reprodução de vídeo

| Siga-nos

Pressentimento. Uma das 62 vítimas do acidente aéreo em Vinhedo, São Paulo, Rosana Santos Xavier, de 23 anos, enviou mensagens aos parentes antes do voo dizendo estar com medo do avião da Voepass.

“Que medo desse voo, juro, avião velho. Tem uma poltrona quebrada, caos”, diz o texto enviado para o grupo da família.

A mãe de Rosana, Rosemeire dos Santos Xavier, contou que tentou acalmar a filha, pedindo que ela lesse um salmo da Bíblia, mas ainda assim teve um pressentimento ruim. Ela descobriu o acidente pela televisão. “Eu entrei em desespero. Comecei a correr dentro de casa gritando”, lembrou.

Rosana morava em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo, e viajava a cada dois meses para participar de reuniões presenciais na empresa em que prestava serviço em Toledo, no Paraná.

Foto: Reprodução/Vídeo

Pressentimento. Uma das 62 vítimas do acidente aéreo em Vinhedo, São Paulo, Rosana Santos Xavier, de 23 anos, enviou mensagens aos parentes antes do voo dizendo estar com medo do avião da Voepass.

“Que medo desse voo, juro, avião velho. Tem uma poltrona quebrada, caos”, diz o texto enviado para o grupo da família.

A mãe de Rosana, Rosemeire dos Santos Xavier, contou que tentou acalmar a filha, pedindo que ela lesse um salmo da Bíblia, mas ainda assim teve um pressentimento ruim. Ela descobriu o acidente pela televisão. “Eu entrei em desespero. Comecei a correr dentro de casa gritando”, lembrou.

Rosana morava em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo, e viajava a cada dois meses para participar de reuniões presenciais na empresa em que prestava serviço em Toledo, no Paraná.

Foto: Reprodução/Vídeo

Notícias Relacionadas

Ver tudo