Polícia faz operação contra venda ilegal de camarotes no Morumbis; dinheiro em espécie é apreendido

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São Paulo. A Polícia Civil faz uma operação na manhã desta quarta-feira (21) contra um suposto esquema de venda ilegal de camarotes no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbis. Por meio da 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração (DPPC), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. Entre os […]

POR Redação SRzd 21/1/2026| 2 min de leitura

Arquibancada do Morumbis. Foto: Reprodução de vídeo

Arquibancada do Morumbis. Foto: Reprodução de vídeo

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São Paulo. A Polícia Civil faz uma operação na manhã desta quarta-feira (21) contra um suposto esquema de venda ilegal de camarotes no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbis.

Por meio da 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração (DPPC), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.

Entre os alvos estão Douglas Schwartzmann, diretor-adjunto de futebol de base do São Paulo Futebol Clube, e Mara Casares, ex-esposa de Julio Casares, presidente afastado na última sexta-feira (16), e que atuava como diretora feminina, cultural e de eventos. Os dois pediram licença dos cargos.

Outro alvo é Rita Adriana, a pessoa que negociava ilegalmente os camarotes, segundo a Polícia Civil.

Segundo o G1, na residência de Adriana, foram encontradas anotações consideradas pertinentes, mas ela não estava no local, com seus filhos informando que ela agora reside em outro endereço.

Na casa de Mara Casares, as buscas lograram êxito, resultando na apreensão de R$ 20.000,00 em espécie, além de farta documentação e uma CPU.

Por fim, na residência de Douglas, constatou-se que o alvo encontra-se em viagem ao exterior.

+ entenda o caso

A investigação ocorre desde dezembro do ano passado. Um inquérito foi instaurado no distrito policial, no Morumbi, e remetido ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde tramitam outras investigações sobre o clube.

O foco do inquérito que apura coação é a ligação feita por Douglas e Mara para Adriana Prado, que adquiriu o camarote investigado.

Nela, os então diretores do clube paulista pressionam Adriana durante 40 minutos a retirar um processo judicial contra uma terceira pessoa que teria sublocado o camarote.

É dessa ligação que foram retirados os áudios que geraram o escândalo, revelado pelo GE no dia 15 de dezembro. Neles, Mara e Douglas usam, eles próprios, o termo “clandestino” ao se referirem ao camarote.

Rodapé - brasil

São Paulo. A Polícia Civil faz uma operação na manhã desta quarta-feira (21) contra um suposto esquema de venda ilegal de camarotes no estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbis.

Por meio da 3ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração (DPPC), foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão.

Entre os alvos estão Douglas Schwartzmann, diretor-adjunto de futebol de base do São Paulo Futebol Clube, e Mara Casares, ex-esposa de Julio Casares, presidente afastado na última sexta-feira (16), e que atuava como diretora feminina, cultural e de eventos. Os dois pediram licença dos cargos.

Outro alvo é Rita Adriana, a pessoa que negociava ilegalmente os camarotes, segundo a Polícia Civil.

Segundo o G1, na residência de Adriana, foram encontradas anotações consideradas pertinentes, mas ela não estava no local, com seus filhos informando que ela agora reside em outro endereço.

Na casa de Mara Casares, as buscas lograram êxito, resultando na apreensão de R$ 20.000,00 em espécie, além de farta documentação e uma CPU.

Por fim, na residência de Douglas, constatou-se que o alvo encontra-se em viagem ao exterior.

+ entenda o caso

A investigação ocorre desde dezembro do ano passado. Um inquérito foi instaurado no distrito policial, no Morumbi, e remetido ao Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde tramitam outras investigações sobre o clube.

O foco do inquérito que apura coação é a ligação feita por Douglas e Mara para Adriana Prado, que adquiriu o camarote investigado.

Nela, os então diretores do clube paulista pressionam Adriana durante 40 minutos a retirar um processo judicial contra uma terceira pessoa que teria sublocado o camarote.

É dessa ligação que foram retirados os áudios que geraram o escândalo, revelado pelo GE no dia 15 de dezembro. Neles, Mara e Douglas usam, eles próprios, o termo “clandestino” ao se referirem ao camarote.

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