SP: Explosão causa destruição e interdita 23 casas; morto é suspeito da investigação
São Paulo. A Polícia Militar identificou como Adir de Oliveira Mariano o homem morto na explosão em um imóvel que armazenava fogos de artifício no Tatuapé, na Zona Leste, na noite desta quinta-feira (13). O rapaz de 46 anos vivia na residência há cerca de dois meses com a esposa e é apontado como o […]
PORRedação SRzd14/11/2025|
2 min de leitura
Explosão na Zona Lesete de SP. Foto: Reprodução de vídeo
São Paulo. A Polícia Militar identificou como Adir de Oliveira Mariano o homem morto na explosão em um imóvel que armazenava fogos de artifício no Tatuapé, na Zona Leste, na noite desta quinta-feira (13).
O rapaz de 46 anos vivia na residência há cerca de dois meses com a esposa e é apontado como o principal investigado pelo incidente.
O imóvel onde ocorreu a explosão pertence a Neusa Sallas. A proprietária teria alugado a casa para Alessandro de Oliveira Mariano, irmão da vítima.
Sandro, como é conhecido, foi levado à delegacia para prestar depoimento e explicar o motivo de Adir armazenar material explosivo ilegalmente.
10 feridos e 21 casas interditadas
Além da morte de Adir, o incidente deixou dez feridos, além de danificar veículos e imóveis vizinhos, conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros.
A Defesa Civil interditou 23 casas. A estrutura do entorno foi considerada instável, e os moradores foram orientados a deixar as residências imediatamente.
Carros, fachadas e estruturas ficaram destruídos em várias vias próximas à Avenida Celso Garcia.
Segundo a Polícia Civil, não havia qualquer documentação que autorizasse o funcionamento de estabelecimento relacionado a fogos de artifício.
A perícia apura se o imóvel servia como armazém ou ponto de venda clandestino. Agentes encontraram vestígios de diferentes tipos de explosivos.
São Paulo. A Polícia Militar identificou como Adir de Oliveira Mariano o homem morto na explosão em um imóvel que armazenava fogos de artifício no Tatuapé, na Zona Leste, na noite desta quinta-feira (13).
O rapaz de 46 anos vivia na residência há cerca de dois meses com a esposa e é apontado como o principal investigado pelo incidente.
O imóvel onde ocorreu a explosão pertence a Neusa Sallas. A proprietária teria alugado a casa para Alessandro de Oliveira Mariano, irmão da vítima.
Sandro, como é conhecido, foi levado à delegacia para prestar depoimento e explicar o motivo de Adir armazenar material explosivo ilegalmente.
10 feridos e 21 casas interditadas
Além da morte de Adir, o incidente deixou dez feridos, além de danificar veículos e imóveis vizinhos, conforme relatado pelo Corpo de Bombeiros.
A Defesa Civil interditou 23 casas. A estrutura do entorno foi considerada instável, e os moradores foram orientados a deixar as residências imediatamente.
Carros, fachadas e estruturas ficaram destruídos em várias vias próximas à Avenida Celso Garcia.