SP: Justiça determina que PM acusado de matar Leandro Lo seja reincorporado

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São Paulo. A Justiça do Estado de São Paulo acolheu pedido da defesa do ex-PM Henrique Otavio Oliveira Velozo, acusado de matar o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo, em 2022, e determinou que ele seja reintegrado à Polícia Militar até o fim do julgamento. Em decisão liminar, o desembargador Ricardo Dip, do Tribunal de […]

POR Redação SRzd 15/10/2025| 1 min de leitura

Leandro Lo Pereira do Nascimento. Foto: Twitter/International Brazilian Jiu-Jitsu Federation

Leandro Lo Pereira do Nascimento. Foto: Twitter/International Brazilian Jiu-Jitsu Federation

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São Paulo. A Justiça do Estado de São Paulo acolheu pedido da defesa do ex-PM Henrique Otavio Oliveira Velozo, acusado de matar o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo, em 2022, e determinou que ele seja reintegrado à Polícia Militar até o fim do julgamento.

Em decisão liminar, o desembargador Ricardo Dip, do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP), ainda determinou que o governo de São Paulo e a Polícia Militar voltem a pagar o salário de R$ 14,6 mil que Velozo recebia da corporação antes de ter tido a patente cassada pela Justiça Militar paulista.

Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que “a Polícia Militar não comenta decisões judiciais”.

Naquela ocasião, Henrique Velozo deu um tiro na cabeça de Leandro Lo, após os dois se envolverem em uma briga durante show de pagode no Clube Sírio, na Zona Sul da capital paulista. Leandro Lo foi campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes.

Rodapé - brasil

São Paulo. A Justiça do Estado de São Paulo acolheu pedido da defesa do ex-PM Henrique Otavio Oliveira Velozo, acusado de matar o campeão mundial de jiu-jítsu Leandro Lo, em 2022, e determinou que ele seja reintegrado à Polícia Militar até o fim do julgamento.

Em decisão liminar, o desembargador Ricardo Dip, do Tribunal de Justiça de SP (TJ-SP), ainda determinou que o governo de São Paulo e a Polícia Militar voltem a pagar o salário de R$ 14,6 mil que Velozo recebia da corporação antes de ter tido a patente cassada pela Justiça Militar paulista.

Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que “a Polícia Militar não comenta decisões judiciais”.

Naquela ocasião, Henrique Velozo deu um tiro na cabeça de Leandro Lo, após os dois se envolverem em uma briga durante show de pagode no Clube Sírio, na Zona Sul da capital paulista. Leandro Lo foi campeão mundial de jiu-jítsu por oito vezes.

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