SP: Vídeo mostra últimos momentos de mulher antes de ser morta por PM
São Paulo. Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi morta no dia 3 de abril, por uma soldado em Cidade Tiradentes, na Zona Leste da cidade Imagens gravadas por câmera corporal da Polícia Militar, divulgadas pela TV Globo, mostram que a vítima não iniciou nenhuma agressão antes de ser baleada. Na gravação, é possível […]
PORRedação SRzd9/4/2026|
2 min de leitura
Câmeras corporais de PM mostram ação que acabou com morte de mulher. Foto: Reprodução de TV
São Paulo. Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi morta no dia 3 de abril, por uma soldado em Cidade Tiradentes, na Zona Leste da cidade
Imagens gravadas por câmera corporal da Polícia Militar, divulgadas pela TV Globo, mostram que a vítima não iniciou nenhuma agressão antes de ser baleada.
Na gravação, é possível ver que Thawanna caminhava com o marido, Luciano Gonçalvez dos Santos, pela rua Edimundo Audran, quando o braço dele relou na viatura.
Em seguida, o policial que dirigia o carro deu ré para questionar o casal
“A rua é lugar para você estar andando, ca*****?”, disparou o soldado Weden Silva Soares.
“Não, não, com todo o respeito, vocês que bateram em nós”, diz Thawanna.
Neste momento, a soldado Yasmin Cursino Ferreira, que estava no banco traseiro a viatura, desce do veículo.
É possível ouvir Thawanna dizendo para a militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, é efetuado o disparo.
Weden, que que conduzia o carro, usava a câmera corporal e acompanhava Yasmin, que não portava o equipamento, pergunta: “Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?”
No depoimento, Yasmin disse que a mulher apresentava comportamento exaltado, invadiu seu espaço pessoal e desferiu tapas, incluindo um no rosto. A agente afirma que tentou se defender e conter a agressão.
Ainda nas imagens é possível ver que outra viatura chegou ao local às 3h, e o soldado Weden conta o que aconteceu. Em seguida, ele tenta fazer os primeiros-socorros até o resgate, que chegou às 3h30. Ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. A dupla de policiais entrou em outra viatura e deixou o local.
A família da vítima afirma que a policial não realizou nenhuma abordagem e atirou diretamente.
De acordo com informações enviadas pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, as imagens registradas durante a ocorrência já foram identificadas e anexadas aos inquéritos.
Yasmin, responsável pelo disparo, e os demais agentes envolvidos no caso foram afastados de suas funções, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
São Paulo. Thawanna da Silva Salmázio, de 31 anos, foi morta no dia 3 de abril, por uma soldado em Cidade Tiradentes, na Zona Leste da cidade
Imagens gravadas por câmera corporal da Polícia Militar, divulgadas pela TV Globo, mostram que a vítima não iniciou nenhuma agressão antes de ser baleada.
Na gravação, é possível ver que Thawanna caminhava com o marido, Luciano Gonçalvez dos Santos, pela rua Edimundo Audran, quando o braço dele relou na viatura.
Em seguida, o policial que dirigia o carro deu ré para questionar o casal
“A rua é lugar para você estar andando, ca*****?”, disparou o soldado Weden Silva Soares.
“Não, não, com todo o respeito, vocês que bateram em nós”, diz Thawanna.
Neste momento, a soldado Yasmin Cursino Ferreira, que estava no banco traseiro a viatura, desce do veículo.
É possível ouvir Thawanna dizendo para a militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, é efetuado o disparo.
Weden, que que conduzia o carro, usava a câmera corporal e acompanhava Yasmin, que não portava o equipamento, pergunta: “Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?”
No depoimento, Yasmin disse que a mulher apresentava comportamento exaltado, invadiu seu espaço pessoal e desferiu tapas, incluindo um no rosto. A agente afirma que tentou se defender e conter a agressão.
Ainda nas imagens é possível ver que outra viatura chegou ao local às 3h, e o soldado Weden conta o que aconteceu. Em seguida, ele tenta fazer os primeiros-socorros até o resgate, que chegou às 3h30. Ela foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. A dupla de policiais entrou em outra viatura e deixou o local.
A família da vítima afirma que a policial não realizou nenhuma abordagem e atirou diretamente.
De acordo com informações enviadas pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, as imagens registradas durante a ocorrência já foram identificadas e anexadas aos inquéritos.
Yasmin, responsável pelo disparo, e os demais agentes envolvidos no caso foram afastados de suas funções, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
O caso está sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).