Tenente-coronel suspeito de matar esposa PM é preso em São Paulo

  • Icon instagram_blue
  • Icon youtube_blue
  • Icon x_blue
  • Icon facebook_blue
  • Icon google_blue

São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos. Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à […]

POR Redação SRzd 18/3/2026| 2 min de leitura

Gisele Santana e Geraldo Leite Rosa Neto. Foto: Reprodução/Instagram

Gisele Santana e Geraldo Leite Rosa Neto. Foto: Reprodução/Instagram

| Siga-nos

São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.

Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à delegacia responsável pelo caso, na Zona Leste da capital, onde deverá ser interrogado e formalmente indiciado.

Em seguida, deverá passar por exames de corpo de delito e seguirá à disposição da Justiça no Presídio Militar Romão Gomes.

O Inquérito Policial Militar (IPM) será concluído nos próximos dias, enquanto a investigação da Polícia Civil já foi concluída.

Nesta terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão.

A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.

Gisele, de 32 anos, foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista.

O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.

O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar.

Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.

A família da PM contesta essa versão. Geraldo repetiu sua defesa em longa entrevista nesta tarde ao Balanço Geral de São Paulo, na RecordTV.

Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.

No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.

Rodapé - brasil

São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.

Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à delegacia responsável pelo caso, na Zona Leste da capital, onde deverá ser interrogado e formalmente indiciado.

Em seguida, deverá passar por exames de corpo de delito e seguirá à disposição da Justiça no Presídio Militar Romão Gomes.

O Inquérito Policial Militar (IPM) será concluído nos próximos dias, enquanto a investigação da Polícia Civil já foi concluída.

Nesta terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão.

A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.

Gisele, de 32 anos, foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista.

O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.

O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar.

Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.

A família da PM contesta essa versão. Geraldo repetiu sua defesa em longa entrevista nesta tarde ao Balanço Geral de São Paulo, na RecordTV.

Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.

O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.

No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.

Rodapé - brasil

Notícias Relacionadas

Ver tudo
Governo Lula formaliza empréstimo de R$ 2,6 bi para obras do Túnel Santos-Guarujá; Tarcísio não aparece

São Paulo. O governo Federal formalizou, na tarde desta segunda-feira (13), a operação de crédito de R$ 2,6 bilhões para financiar parte das obras do Túnel Santos-Guarujá, no litoral paulista. O ato aconteceu na sede do Banco do Brasil, na Avenida Paulista, e contou com a participação do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB). O […]

SP: Governo Lula formaliza empréstimo de R$ 2,6 bi para obras do Túnel Santos-Guarujá; Tarcísio não aparece

2 min de leitura