Tenente-coronel suspeito de matar esposa PM é preso em São Paulo
São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos. Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à […]
PORRedação SRzd18/3/2026|
2 min de leitura
Gisele Santana e Geraldo Leite Rosa Neto. Foto: Reprodução/Instagram
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São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.
Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à delegacia responsável pelo caso, na Zona Leste da capital, onde deverá ser interrogado e formalmente indiciado.
Em seguida, deverá passar por exames de corpo de delito e seguirá à disposição da Justiça no Presídio Militar Romão Gomes.
O Inquérito Policial Militar (IPM) será concluído nos próximos dias, enquanto a investigação da Polícia Civil já foi concluída.
Nesta terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão.
A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.
Gisele, de 32 anos, foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista.
O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.
O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar.
Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.
A família da PM contesta essa versão. Geraldo repetiu sua defesa em longa entrevista nesta tarde ao Balanço Geral de São Paulo, na RecordTV.
Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.
No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.
São Paulo. O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, indiciado pela Polícia Civil pela morte da esposa, a PM Gisele Santana, foi preso na manhã desta quarta-feira (18). Os dois estavam juntos há quatro anos.
Detido em sua residência, que fica em São José dos Campos, no interior de São Paulo, ele deve ser conduzido à delegacia responsável pelo caso, na Zona Leste da capital, onde deverá ser interrogado e formalmente indiciado.
Em seguida, deverá passar por exames de corpo de delito e seguirá à disposição da Justiça no Presídio Militar Romão Gomes.
O Inquérito Policial Militar (IPM) será concluído nos próximos dias, enquanto a investigação da Polícia Civil já foi concluída.
Nesta terça-feira (17) foi solicitada à Justiça a decretação da prisão do policial, com aval do Ministério Público de São Paulo. A Corregedoria da PM também pediu a prisão.
A decisão das autoridades aconteceu após a Polícia Técnico-Científica anexar ao processo laudos relacionados ao caso.
Gisele, de 32 anos, foi encontrada ferida com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento onde o casal morava no bairro do Brás, centro da capital paulista.
O caso vinha sendo tratado como morte suspeita. Depois, como suicídio.
O coronel disse, em depoimento, que a mulher havia se matado após uma discussão em que ele teria anunciado que queria se separar.
Ele alegou que estava no banho quando escutou o tiro e que, ao sair do banheiro, encontrou a mulher ferida na sala.
A família da PM contesta essa versão. Geraldo repetiu sua defesa em longa entrevista nesta tarde ao Balanço Geral de São Paulo, na RecordTV.
Gisele chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
O laudo necroscópico do corpo de Gisele revelou a presença de lesões no pescoço e rosto da vítima, apresentando ainda sinais de que ela teria desmaiado antes de ser baleada na cabeça.
No documento, elaborado após a exumação do corpo da vítima, realizada no dia 6 de março, consta que as lesões teriam sido feitas por meio de “pressão digital e escoriação compatível com marcas de unha”.