Secretário afirma que Marielle foi morta por milicianos envolvidos com grilagem

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A vereadora Marielle Franco (PSOL) pode ter sido assassinada por interferência em crimes envolvendo posse de terras. Em recente entrevista ao jornal Estado de São Paulo, publicada nesta sexta-feira (14), o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Richard Nunes, afirmou que a vereadora foi morta por milicianos que acreditavam que ela poderia atrapalhar […]

POR Redação SRzd 14/12/2018| 2 min de leitura

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Marielle Franco. Foto: Guilherme Cunha/Alerj

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A vereadora Marielle Franco (PSOL) pode ter sido assassinada por interferência em crimes envolvendo posse de terras. Em recente entrevista ao jornal Estado de São Paulo, publicada nesta sexta-feira (14), o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Richard Nunes, afirmou que a vereadora foi morta por milicianos que acreditavam que ela poderia atrapalhar negócios de grilagem de terras na Zona Oeste da capital fluminense.

Na última quinta-feira (13), policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriram diversos mandados de prisão e de busca e apreensão. Apesar de ter sido para uma investigação à parte, a operação possui relação com os assassinatos de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes.

As buscas ocorreram em 15 endereços, dentro e fora do Rio de Janeiro. No Rio, as buscas ocorreram na Zona Oeste da capital fluminense; em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; em Petrópolis, na Região Serrana; e em Angra dos Reis, na Costa Verde. Já em Minas Gerais, foi um expedido mandado em Juiz de Fora.

Nesta sexta-feira (14), faz nove meses que a vereadora e o motorista Anderson Gomes foram executados no Rio.

Milicianos como principais suspeitos

Em entrevista concedida ao canal pago GloboNews no último mês, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro — general Richard Nunes — já havia confirmado que os principais suspeitos dos assassinatos estão envolvido com milícias.

Para Nunes, o crime tem a ver com a atuação política de Marielle e na “contrariedade de alguns interesses”. Ele suspeita que a milícia esteja envolvida no mando ou na execução da vereadora. E acrescentou, ainda, que “provavelmente” há políticos envolvidos no assassinato.

O general destacou, também, que nenhuma informação tem sido compartilhada na imprensa para não atrapalhar as investigações.

A vereadora Marielle Franco (PSOL) pode ter sido assassinada por interferência em crimes envolvendo posse de terras. Em recente entrevista ao jornal Estado de São Paulo, publicada nesta sexta-feira (14), o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, Richard Nunes, afirmou que a vereadora foi morta por milicianos que acreditavam que ela poderia atrapalhar negócios de grilagem de terras na Zona Oeste da capital fluminense.

Na última quinta-feira (13), policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriram diversos mandados de prisão e de busca e apreensão. Apesar de ter sido para uma investigação à parte, a operação possui relação com os assassinatos de Marielle e de seu motorista Anderson Gomes.

As buscas ocorreram em 15 endereços, dentro e fora do Rio de Janeiro. No Rio, as buscas ocorreram na Zona Oeste da capital fluminense; em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense; em Petrópolis, na Região Serrana; e em Angra dos Reis, na Costa Verde. Já em Minas Gerais, foi um expedido mandado em Juiz de Fora.

Nesta sexta-feira (14), faz nove meses que a vereadora e o motorista Anderson Gomes foram executados no Rio.

Milicianos como principais suspeitos

Em entrevista concedida ao canal pago GloboNews no último mês, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro — general Richard Nunes — já havia confirmado que os principais suspeitos dos assassinatos estão envolvido com milícias.

Para Nunes, o crime tem a ver com a atuação política de Marielle e na “contrariedade de alguns interesses”. Ele suspeita que a milícia esteja envolvida no mando ou na execução da vereadora. E acrescentou, ainda, que “provavelmente” há políticos envolvidos no assassinato.

O general destacou, também, que nenhuma informação tem sido compartilhada na imprensa para não atrapalhar as investigações.

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