Segunda semana de alta: internações por Covid-19 crescem 17% em São Paulo

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A segunda onda do novo Coronavírus no estado de São Paulo é esperada para o final de dezembro, de acordo com médicos que integram o comitê de combate à Covid-19, nomeado pelo governador João Doria. A Secretaria da Saúde apontou um aumento de 17% nas internações entre os dias 15 e 21 de novembro no […]

POR Redação SRzd 26/11/2020| 2 min de leitura

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Hospital. Foto: Divulgação

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A segunda onda do novo Coronavírus no estado de São Paulo é esperada para o final de dezembro, de acordo com médicos que integram o comitê de combate à Covid-19, nomeado pelo governador João Doria.

A Secretaria da Saúde apontou um aumento de 17% nas internações entre os dias 15 e 21 de novembro no estado, após aumento de 18% na semana anterior, de 8 a 14 de novembro.

O governo de São Paulo anunciou na última quinta-feira (19) um decreto determinando que os hospitais não desmobilizem os leitos que foram criados para atender exclusivamente pacientes da Covid-19.

Além disso, também serão suspensos os novos agendamentos de cirurgias eletivas de outras doenças, aquelas de casos que não são considerados emergenciais. Os atendimentos haviam sido retomados nos meses anteriores, quando houve queda dos indicadores da Covid-19.

Após críticas pelo congelamento da classificação do Plano São Paulo, que define regras mais duras ou brandas da quarentena, o governo também decidiu nesta quinta voltar a realizar a análise a cada 14 dias, e não mais a cada mês.










A segunda onda do novo Coronavírus no estado de São Paulo é esperada para o final de dezembro, de acordo com médicos que integram o comitê de combate à Covid-19, nomeado pelo governador João Doria.

A Secretaria da Saúde apontou um aumento de 17% nas internações entre os dias 15 e 21 de novembro no estado, após aumento de 18% na semana anterior, de 8 a 14 de novembro.

O governo de São Paulo anunciou na última quinta-feira (19) um decreto determinando que os hospitais não desmobilizem os leitos que foram criados para atender exclusivamente pacientes da Covid-19.

Além disso, também serão suspensos os novos agendamentos de cirurgias eletivas de outras doenças, aquelas de casos que não são considerados emergenciais. Os atendimentos haviam sido retomados nos meses anteriores, quando houve queda dos indicadores da Covid-19.

Após críticas pelo congelamento da classificação do Plano São Paulo, que define regras mais duras ou brandas da quarentena, o governo também decidiu nesta quinta voltar a realizar a análise a cada 14 dias, e não mais a cada mês.










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