Senadores se movimentam para “aliviar” colega que guardou dinheiro na cueca

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O ex-vice-líder do Governo Bolsonaro, senador Chico Rodrigues, está sendo chamado nos corredores do Congresso de “o corrupto da cueca”, embora o político ainda não tenha apresentado sua defesa para justificar a razão pela qual ele escondeu R$ 33 mil reais nas partes íntimas. Ele se disse inocente. A Polícia Federal afirmou ao STF ter […]

POR Redação SRzd 18/10/2020| 3 min de leitura

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Chico Rodrigues. Foto: Reprodução de Internet

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O ex-vice-líder do Governo Bolsonaro, senador Chico Rodrigues, está sendo chamado nos corredores do Congresso de “o corrupto da cueca”, embora o político ainda não tenha apresentado sua defesa para justificar a razão pela qual ele escondeu R$ 33 mil reais nas partes íntimas. Ele se disse inocente. A Polícia Federal afirmou ao STF ter indícios de que Chico Rodrigues cometeu crime de lavagem de dinheiro e de embaraço a investigação de organização criminosa.

O Delegado Wedson percebeu que havia um grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do Senador Chico Rodrigues, que utilizava um short azul (tipo pijama) e uma camisa amarela.

“Estivemos na casa do parlamentar. Lá dentro, ato continuo, efetuamos a busca no cofre situado no quarto do Sr. Pedro Rodrigues, filho do Senador, no qual não foram encontrados valores ou documentos relacionados aos fatos sob investigação. Contudo, nesse momento, o Senador Chico Rodrigues indagou ao Delegado Wedson se poderia ir ao banheiro. O Delegado Wedson respondeu que sim, mas informou que o acompanharia”, diz o relatório da PF.

Chico Rodrigues e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução de Internet

“Nesta hora, o Delegado Wedson percebeu que havia um grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do Senador Chico Rodrigues, que utilizava um short azul (tipo pijama) e uma camisa amarela. Considerando o volume e seu formato, o Delegado Wedson suspeitou estar o Senador escondendo valores ou mesmo algum aparelho celular”, prossegue o documento.
O relatório prossegue dizendo que, ao ser perguntado sobre o “volume”, Chico Rodrigues negou qualquer irregularidade. O delegado que comandava a busca e apreensão decidiu, então, fazer uma busca pessoal no senador. A ação foi filmada, mas o vídeo foi mantido em sigilo por Barroso.

Neste fim de semana, vários senadores ligados ao governo Bolsonaro aceleram uma operação abafa para adiar o jultamento de Rodrigues e, com isso, tentar fazer com que a opinião pública esqueça o caso, e o senador possa voltar a sua rotina, sem qualquer tipo de punição. Um amigo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse ao SRzd que ele está em silêncio, porque aprova a proposta de inocentar completamente Chico Rodrigues. Quanto mais tempo passar, melhor para o senador que escondeu dinheiro na cueca.










O ex-vice-líder do Governo Bolsonaro, senador Chico Rodrigues, está sendo chamado nos corredores do Congresso de “o corrupto da cueca”, embora o político ainda não tenha apresentado sua defesa para justificar a razão pela qual ele escondeu R$ 33 mil reais nas partes íntimas. Ele se disse inocente. A Polícia Federal afirmou ao STF ter indícios de que Chico Rodrigues cometeu crime de lavagem de dinheiro e de embaraço a investigação de organização criminosa.

O Delegado Wedson percebeu que havia um grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do Senador Chico Rodrigues, que utilizava um short azul (tipo pijama) e uma camisa amarela.

“Estivemos na casa do parlamentar. Lá dentro, ato continuo, efetuamos a busca no cofre situado no quarto do Sr. Pedro Rodrigues, filho do Senador, no qual não foram encontrados valores ou documentos relacionados aos fatos sob investigação. Contudo, nesse momento, o Senador Chico Rodrigues indagou ao Delegado Wedson se poderia ir ao banheiro. O Delegado Wedson respondeu que sim, mas informou que o acompanharia”, diz o relatório da PF.

Chico Rodrigues e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução de Internet

“Nesta hora, o Delegado Wedson percebeu que havia um grande volume, em formato retangular, na parte traseira das vestes do Senador Chico Rodrigues, que utilizava um short azul (tipo pijama) e uma camisa amarela. Considerando o volume e seu formato, o Delegado Wedson suspeitou estar o Senador escondendo valores ou mesmo algum aparelho celular”, prossegue o documento.
O relatório prossegue dizendo que, ao ser perguntado sobre o “volume”, Chico Rodrigues negou qualquer irregularidade. O delegado que comandava a busca e apreensão decidiu, então, fazer uma busca pessoal no senador. A ação foi filmada, mas o vídeo foi mantido em sigilo por Barroso.

Neste fim de semana, vários senadores ligados ao governo Bolsonaro aceleram uma operação abafa para adiar o jultamento de Rodrigues e, com isso, tentar fazer com que a opinião pública esqueça o caso, e o senador possa voltar a sua rotina, sem qualquer tipo de punição. Um amigo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse ao SRzd que ele está em silêncio, porque aprova a proposta de inocentar completamente Chico Rodrigues. Quanto mais tempo passar, melhor para o senador que escondeu dinheiro na cueca.










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