Temer defende parlamentarismo em 2018: ‘Não seria despropositado’
Um dia depois de a Câmara dos Deputados rejeitar a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, o peemedebista sugeriu a troca do presidencialismo para o parlamentarismo, em entrevista nesta quinta-feira (3), à “Bandnews”. “O governo pensa seriamente em apresentar uma proposta de revisão do sistema político eleitoral”, disse. Para Temer, a denúncia […]
PORRedação SRzd4/8/2017|
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Michel Temer. Foto: Reprodução de Internet
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Um dia depois de a Câmara dos Deputados rejeitar a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, o peemedebista sugeriu a troca do presidencialismo para o parlamentarismo, em entrevista nesta quinta-feira (3), à “Bandnews”. “O governo pensa seriamente em apresentar uma proposta de revisão do sistema político eleitoral”, disse.
Para Temer, a denúncia por corrupção passiva que poderia afastá-lo temporariamente do cargo não tem um “motivo sólido”. “Eu vou ser um pouco talvez piegas, mas parece uma coisa kafkiana. Começa com um processo para retirar o presidente sem um motivo sólido. Sabe a história da gravação feita por um cidadão que havia confessado milhares de crimes? Foi muito bem urdida e articulada”, disse Temer.
Na entrevista, Temer disse ainda que, em uma reforma política, é favorável ao voto distrital e cláusula de barreira. Ele avaliou ainda que “não seria despropositado” discutir a adoção do parlamentarismo já em 2018. “Agora vou me atrever um pouco aqui. Você falou em parlamentarismo para 2022, eu acho que nós poderíamos pensar, mera hipótese, no parlamentarismo para 2018, né? Eu acho que não seria despropositado”.
Um dia depois de a Câmara dos Deputados rejeitar a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva, o peemedebista sugeriu a troca do presidencialismo para o parlamentarismo, em entrevista nesta quinta-feira (3), à “Bandnews”. “O governo pensa seriamente em apresentar uma proposta de revisão do sistema político eleitoral”, disse.
Para Temer, a denúncia por corrupção passiva que poderia afastá-lo temporariamente do cargo não tem um “motivo sólido”. “Eu vou ser um pouco talvez piegas, mas parece uma coisa kafkiana. Começa com um processo para retirar o presidente sem um motivo sólido. Sabe a história da gravação feita por um cidadão que havia confessado milhares de crimes? Foi muito bem urdida e articulada”, disse Temer.
Na entrevista, Temer disse ainda que, em uma reforma política, é favorável ao voto distrital e cláusula de barreira. Ele avaliou ainda que “não seria despropositado” discutir a adoção do parlamentarismo já em 2018. “Agora vou me atrever um pouco aqui. Você falou em parlamentarismo para 2022, eu acho que nós poderíamos pensar, mera hipótese, no parlamentarismo para 2018, né? Eu acho que não seria despropositado”.