Terremotos e tsunamis no Brasil: mito ou ameaça real?
Bastidores. O recente terremoto de grande magnitude que atingiu o leste da Rússia nesta quarta-feira (30) reacendeu dúvidas sobre a possibilidade de fenômenos semelhantes ocorrerem no Brasil. A resposta de especialistas é clara: o risco de grandes terremotos ou tsunamis no país é extremamente baixo. A explicação está na posição geográfica do território nacional. Localizado […]
PORRedação SRzd30/7/2025|
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Terremotos e tsunamis no Brasil: mito ou ameaça real?. Foto: Pikist
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Bastidores. O recente terremoto de grande magnitude que atingiu o leste da Rússia nesta quarta-feira (30) reacendeu dúvidas sobre a possibilidade de fenômenos semelhantes ocorrerem no Brasil. A resposta de especialistas é clara: o risco de grandes terremotos ou tsunamis no país é extremamente baixo.
A explicação está na posição geográfica do território nacional. Localizado no centro de uma grande placa tectônica, o Brasil está distante das bordas entre placas, justamente onde ocorrem os abalos sísmicos mais intensos do planeta. Já países como Chile, Japão e Indonésia estão situados em zonas de encontro entre placas, o que os torna mais suscetíveis a terremotos e maremotos.
No território brasileiro, embora existam registros de tremores, eles costumam ser de baixa intensidade. Essas ocorrências são associadas a antigas falhas geológicas ainda presentes na crosta terrestre, mas que não geram energia suficiente para grandes sismos.
Quanto à possibilidade de tsunamis, o risco também é considerado mínimo. O país está longe de áreas de subducção, locais onde uma placa tectônica desliza sob outra, gerando terremotos submarinos capazes de provocar ondas gigantes. No Oceano Atlântico Sul, não há registros recentes de atividades com magnitude e proximidade suficientes para causar tsunamis no litoral brasileiro.
Um episódio histórico, porém, chama a atenção: em 1755, um tsunami causado por um forte terremoto na Europa atravessou o oceano e atingiu o litoral do Nordeste brasileiro. Pesquisas identificaram vestígios físicos e relatos da época que confirmam o impacto da onda nas praias locais.
Apesar do risco reduzido, o país mantém uma rede de monitoramento sísmico ativo, composta por instituições científicas e órgãos federais. O sistema acompanha em tempo real os abalos no território nacional e fornece dados importantes para a prevenção de riscos e o planejamento urbano.
Bastidores. O recente terremoto de grande magnitude que atingiu o leste da Rússia nesta quarta-feira (30) reacendeu dúvidas sobre a possibilidade de fenômenos semelhantes ocorrerem no Brasil. A resposta de especialistas é clara: o risco de grandes terremotos ou tsunamis no país é extremamente baixo.
A explicação está na posição geográfica do território nacional. Localizado no centro de uma grande placa tectônica, o Brasil está distante das bordas entre placas, justamente onde ocorrem os abalos sísmicos mais intensos do planeta. Já países como Chile, Japão e Indonésia estão situados em zonas de encontro entre placas, o que os torna mais suscetíveis a terremotos e maremotos.
No território brasileiro, embora existam registros de tremores, eles costumam ser de baixa intensidade. Essas ocorrências são associadas a antigas falhas geológicas ainda presentes na crosta terrestre, mas que não geram energia suficiente para grandes sismos.
Quanto à possibilidade de tsunamis, o risco também é considerado mínimo. O país está longe de áreas de subducção, locais onde uma placa tectônica desliza sob outra, gerando terremotos submarinos capazes de provocar ondas gigantes. No Oceano Atlântico Sul, não há registros recentes de atividades com magnitude e proximidade suficientes para causar tsunamis no litoral brasileiro.
Um episódio histórico, porém, chama a atenção: em 1755, um tsunami causado por um forte terremoto na Europa atravessou o oceano e atingiu o litoral do Nordeste brasileiro. Pesquisas identificaram vestígios físicos e relatos da época que confirmam o impacto da onda nas praias locais.
Apesar do risco reduzido, o país mantém uma rede de monitoramento sísmico ativo, composta por instituições científicas e órgãos federais. O sistema acompanha em tempo real os abalos no território nacional e fornece dados importantes para a prevenção de riscos e o planejamento urbano.