Virologista diz que tese de ‘gabinete paralelo’ é narrativa política
O virologista Paolo Zanotto, que estava na polêmica reunião de aconselhamento ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em setembro de 2020 e que ganhou repercussão nesta semana, sobre questões relacionadas ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, negou a existência de um “gabinete paralelo”. Em entrevista para a Rádio Jovem Pan, neste sábado (5), afirmou que […]
PORRedação SRzd5/6/2021|
3 min de leitura
Paolo Zanotto. Foto: Reprodução do YouTube
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O virologista Paolo Zanotto, que estava na polêmica reunião de aconselhamento ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em setembro de 2020 e que ganhou repercussão nesta semana, sobre questões relacionadas ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, negou a existência de um “gabinete paralelo”.
Em entrevista para a Rádio Jovem Pan, neste sábado (5), afirmou que o encontro foi pontual, com o objetivo de avaliar as vacinas contra o novo coronavírus.
Zanotto afirmou também que a expressão “shadow cabinet”, que na tradução literal significa “gabinete das sombras”, foi mal interpretada e confirmou que o encontro foi solicitado pelo grupo Médicos pela Vida, e o governo aceitou:
“O que foi feito ali foi uma sugestão de que o governo apontasse um grupo de pesquisadores de alto gabarito para servirem um serviço de revisão anônima das vacinas”, justificou.
Paolo informou que chegou a consultar advogados para saber se a consulta pontual configuraria algum crime e que, segundo foi instruído, nenhuma lei foi violada:
“Esperávamos encontrar o ministro (Eduardo Pazuello), ele não estava. Mas nada foi escondido. Existe uma narrativa política, mas nada do que foi feito é inconstitucional”, defendeu.
O virologista Paolo Zanotto, que estava na polêmica reunião de aconselhamento ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em setembro de 2020 e que ganhou repercussão nesta semana, sobre questões relacionadas ao enfrentamento da pandemia da Covid-19, negou a existência de um “gabinete paralelo”.
Em entrevista para a Rádio Jovem Pan, neste sábado (5), afirmou que o encontro foi pontual, com o objetivo de avaliar as vacinas contra o novo coronavírus.
Zanotto afirmou também que a expressão “shadow cabinet”, que na tradução literal significa “gabinete das sombras”, foi mal interpretada e confirmou que o encontro foi solicitado pelo grupo Médicos pela Vida, e o governo aceitou:
“O que foi feito ali foi uma sugestão de que o governo apontasse um grupo de pesquisadores de alto gabarito para servirem um serviço de revisão anônima das vacinas”, justificou.
Paolo informou que chegou a consultar advogados para saber se a consulta pontual configuraria algum crime e que, segundo foi instruído, nenhuma lei foi violada:
“Esperávamos encontrar o ministro (Eduardo Pazuello), ele não estava. Mas nada foi escondido. Existe uma narrativa política, mas nada do que foi feito é inconstitucional”, defendeu.