Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso pela Polícia Federal
Brasília. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a terceira fase da Operação Compliance Zero, com o objetivo de investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa. Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e quinze de busca e apreensão, expedidos […]
PORRedação SRzd4/3/2026|
2 min de leitura
Daniel Vorcaro. Foto: Reprodução de vídeo
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Brasília. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a terceira fase da Operação Compliance Zero, com o objetivo de investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e quinze de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.
Um dos alvos da operção, o banqueiro Daniel Vorcaro, de 42 anos, dono do Banco Master, foi preso. Havia um mandado de prisão preventiva contra ele, que já foi levado para a Superintendência da PF em São Paulo.
Vorcaro chegou a ser preso preventivamente no dia 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para Dubai, mas foi solto no dia 29 de novembro do mesmo ano.
Há ainda mais um alvo de prisão na capital paulista, que não teve o nome divulgado por enquanto porque ainda não foi encontrado pelos policiais.
A Justiça também determinou o cumprimento de medidas cautelares, como tornozeleiras eletrônicas, contra outros nomes.
Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.
Os mandados foram autorizados pelo ministro André Mendonça, do STF, relator das ações penais envolvendo o Banco Master na Corte.
O nome da operação é uma referência à falta total de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
Brasília. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a terceira fase da Operação Compliance Zero, com o objetivo de investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva e quinze de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo e Minas Gerais. As investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil.
Um dos alvos da operção, o banqueiro Daniel Vorcaro, de 42 anos, dono do Banco Master, foi preso. Havia um mandado de prisão preventiva contra ele, que já foi levado para a Superintendência da PF em São Paulo.
Vorcaro chegou a ser preso preventivamente no dia 17 de novembro de 2025, no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para Dubai, mas foi solto no dia 29 de novembro do mesmo ano.
Há ainda mais um alvo de prisão na capital paulista, que não teve o nome divulgado por enquanto porque ainda não foi encontrado pelos policiais.
A Justiça também determinou o cumprimento de medidas cautelares, como tornozeleiras eletrônicas, contra outros nomes.
Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.
Os mandados foram autorizados pelo ministro André Mendonça, do STF, relator das ações penais envolvendo o Banco Master na Corte.
O nome da operação é uma referência à falta total de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.