O compositor e os 90 anos: ‘Sou Mangueira, sim, senhor, quem quiser pode chegar!’

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Faltam cinco minutos para o desfile, toca a sirene. O que se inicia a partir daí é inexplicável, nenhum estudioso jamais conseguiu entender, é a imponderável, a imensurável mistura de sensações, carga emotiva, aura, sei lá… Não sou eu que vou conseguir explicar, só saborear, curtir, arrepiar. A partir deste momento, tudo ganha mais sentido […]

POR Cadu Zugliani29/04/2018|1 min de leitura

O compositor e os 90 anos: ‘Sou Mangueira, sim, senhor, quem quiser pode chegar!’

Cadu Zugliani, compositor do samba campeão de 2016. Foto: Acervo pessoal

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Faltam cinco minutos para o desfile, toca a sirene. O que se inicia a partir daí é inexplicável, nenhum estudioso jamais conseguiu entender, é a imponderável, a imensurável mistura de sensações, carga emotiva, aura, sei lá… Não sou eu que vou conseguir explicar, só saborear, curtir, arrepiar. A partir deste momento, tudo ganha mais sentido e a única coisa que fica sem resposta é o Surdo. Nas arquibancadas, uma mistura de respeito e paixão, sim, senhores, vai desfilar a verdadeira Nação, somos morro, somos asfalto, negros, brancos, amarelos, somos tudo, somos Mangueira, onde marra, orgulho, amor e força se unem como em nenhum outro lugar. Há 90 anos é assim e nunca vai mudar. Sou Mangueira, sim, senhor, quem quiser pode chegar!

Faltam cinco minutos para o desfile, toca a sirene. O que se inicia a partir daí é inexplicável, nenhum estudioso jamais conseguiu entender, é a imponderável, a imensurável mistura de sensações, carga emotiva, aura, sei lá… Não sou eu que vou conseguir explicar, só saborear, curtir, arrepiar. A partir deste momento, tudo ganha mais sentido e a única coisa que fica sem resposta é o Surdo. Nas arquibancadas, uma mistura de respeito e paixão, sim, senhores, vai desfilar a verdadeira Nação, somos morro, somos asfalto, negros, brancos, amarelos, somos tudo, somos Mangueira, onde marra, orgulho, amor e força se unem como em nenhum outro lugar. Há 90 anos é assim e nunca vai mudar. Sou Mangueira, sim, senhor, quem quiser pode chegar!

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