A força do tambor: Alerj aprova Prêmio Marielle Franco ao coletivo Tambores de Olokun e valoriza o Carnaval de rua

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Rio. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou na quinta-feira (5) o Prêmio Marielle Franco ao coletivo Tambores de Olokun, uma iniciativa da deputada estadual Dani Monteiro, reconhecendo a trajetória do grupo como referência na preservação das tradições afro-brasileiras e na promoção da cultura popular nas ruas do estado. Fundado em 2012, o grupo reúne cerca […]

POR Redação SRzd 6/2/2026| 2 min de leitura

Tambores de Olokun

Tambores de Olokun. Divulgação/Tambores de Olokun

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Rio. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou na quinta-feira (5) o Prêmio Marielle Franco ao coletivo Tambores de Olokun, uma iniciativa da deputada estadual Dani Monteiro, reconhecendo a trajetória do grupo como referência na preservação das tradições afro-brasileiras e na promoção da cultura popular nas ruas do estado.

Fundado em 2012, o grupo reúne cerca de 300 batuqueiros e dançarinos, realizando cortejos, oficinas e encontros que conectam o Rio de Janeiro às raízes do maracatu e às expressões de matriz africana.

Inspirado no universo do Candomblé e nos maracatus de baque virado, o Tambores de Olokun se consolidou como espaço de formação, memória e pertencimento, levando música, dança e espiritualidade para o espaço público em celebrações como o cortejo anual em homenagem a Iemanjá e Olokun, com direito à apresentações históricas em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

As ações fortalecem o sentimento comunitário e reafirmam a cultura como instrumento de resistência e transformação social. Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, Dani Monteiro destacou que a homenagem reconhece o papel estratégico da cultura popular na vida da cidade. “O carnaval de rua, os cortejos e o tambor são expressões vivas de identidade e pertencimento. Cultura é diversão e potência, gera trabalho e renda, movimenta a economia criativa e constrói a memória que fica nas ruas e nas pessoas. Valorizar o Tambores de Olokun é impulsionar e reconhecer a força do nosso povo”, afirmou.

Para a parlamentar, investir em cultura é também fomentar proteção social e futuro. “Quando a arte ocupa as ruas, ela afasta violências, fortalece vínculos comunitários, abre caminhos para a juventude e salva vidas. O Olokun mostra que o tambor também é ferramenta de formação, acolhimento e transformação. É esse tipo de iniciativa que constrói comunidades mais fortes, orgulhosas da própria história e donas do seu território. A cultura muda destinos. É uma honra poder reconhecer e dar o Prêmio Marielle Franco a esse grupo”, completou.

Arpoador

Rodapé - carnaval rio

Rio. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou na quinta-feira (5) o Prêmio Marielle Franco ao coletivo Tambores de Olokun, uma iniciativa da deputada estadual Dani Monteiro, reconhecendo a trajetória do grupo como referência na preservação das tradições afro-brasileiras e na promoção da cultura popular nas ruas do estado.

Fundado em 2012, o grupo reúne cerca de 300 batuqueiros e dançarinos, realizando cortejos, oficinas e encontros que conectam o Rio de Janeiro às raízes do maracatu e às expressões de matriz africana.

Inspirado no universo do Candomblé e nos maracatus de baque virado, o Tambores de Olokun se consolidou como espaço de formação, memória e pertencimento, levando música, dança e espiritualidade para o espaço público em celebrações como o cortejo anual em homenagem a Iemanjá e Olokun, com direito à apresentações históricas em frente à Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

As ações fortalecem o sentimento comunitário e reafirmam a cultura como instrumento de resistência e transformação social. Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj, Dani Monteiro destacou que a homenagem reconhece o papel estratégico da cultura popular na vida da cidade. “O carnaval de rua, os cortejos e o tambor são expressões vivas de identidade e pertencimento. Cultura é diversão e potência, gera trabalho e renda, movimenta a economia criativa e constrói a memória que fica nas ruas e nas pessoas. Valorizar o Tambores de Olokun é impulsionar e reconhecer a força do nosso povo”, afirmou.

Para a parlamentar, investir em cultura é também fomentar proteção social e futuro. “Quando a arte ocupa as ruas, ela afasta violências, fortalece vínculos comunitários, abre caminhos para a juventude e salva vidas. O Olokun mostra que o tambor também é ferramenta de formação, acolhimento e transformação. É esse tipo de iniciativa que constrói comunidades mais fortes, orgulhosas da própria história e donas do seu território. A cultura muda destinos. É uma honra poder reconhecer e dar o Prêmio Marielle Franco a esse grupo”, completou.

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