Casos de fratura peniana aumentam no Carnaval e médicos reforçam: é urgência
Comportamento. O Carnaval costuma lotar ruas, blocos e o transporte. Mas, nos hospitais, também aparece um aumento de um tipo específico de emergência urológica: a fratura peniana. O alerta veio após dados do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, indicarem maior incidência nos meses de janeiro e fevereiro — e também em dezembro, […]
PORRedação SRzd25/2/2026|
2 min de leitura
Bloco de rua. Foto: Reprodução da TV
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Comportamento. O Carnaval costuma lotar ruas, blocos e o transporte. Mas, nos hospitais, também aparece um aumento de um tipo específico de emergência urológica: a fratura peniana. O alerta veio após dados do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, indicarem maior incidência nos meses de janeiro e fevereiro — e também em dezembro, período que mistura verão, festas e mais consumo de álcool.
Segundo o Serviço de Emergência da unidade, mais de 500 casos de fratura peniana foram tratados nos últimos 25 anos, colocando o hospital entre os que mais atendem esse tipo de ocorrência no mundo.
A fratura peniana é real, relativamente frequente e ainda cercada de tabu. O problema acontece quando há ruptura da túnica albugínea, estrutura que envolve os corpos cavernosos e ajuda a manter a ereção.
O quadro costuma ser súbito. Muitos pacientes relatam um estalo no momento do trauma, seguido de dor intensa, perda imediata da ereção, inchaço e deformidade. Em alguns casos, pode haver sangramento pela uretra e dificuldade para urinar, sinal de possível lesão associada.
O tratamento é cirúrgico e precisa ser feito o quanto antes. A demora aumenta o risco de complicações como curvatura permanente, disfunção erétil, dor crônica e prejuízos funcionais, estéticos e emocionais.
O chefe do Serviço de Urologia do Hospital Municipal Souza Aguiar, Dr. Leandro Coifman, explicou que os casos geralmente estão ligados a relações com movimentos mais vigorosos e mudanças bruscas de posição. “Períodos festivos, como carnaval e festas de fim de ano, costumam registrar aumento do número de casos, possivelmente pelo maior consumo de álcool e pela maior frequência de relações sexuais ocasionais e mais intensas, além da prática sexual em locais não habituais”, disse.
Os especialistas reforçam que não é situação para “esperar passar”. A orientação é não tomar remédio por conta própria e não tentar medidas caseiras. Diante de qualquer suspeita, a recomendação é procurar atendimento imediato em uma emergência com serviço de urologia.
Comportamento. O Carnaval costuma lotar ruas, blocos e o transporte. Mas, nos hospitais, também aparece um aumento de um tipo específico de emergência urológica: a fratura peniana. O alerta veio após dados do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, indicarem maior incidência nos meses de janeiro e fevereiro — e também em dezembro, período que mistura verão, festas e mais consumo de álcool.
Segundo o Serviço de Emergência da unidade, mais de 500 casos de fratura peniana foram tratados nos últimos 25 anos, colocando o hospital entre os que mais atendem esse tipo de ocorrência no mundo.
A fratura peniana é real, relativamente frequente e ainda cercada de tabu. O problema acontece quando há ruptura da túnica albugínea, estrutura que envolve os corpos cavernosos e ajuda a manter a ereção.
O quadro costuma ser súbito. Muitos pacientes relatam um estalo no momento do trauma, seguido de dor intensa, perda imediata da ereção, inchaço e deformidade. Em alguns casos, pode haver sangramento pela uretra e dificuldade para urinar, sinal de possível lesão associada.
O tratamento é cirúrgico e precisa ser feito o quanto antes. A demora aumenta o risco de complicações como curvatura permanente, disfunção erétil, dor crônica e prejuízos funcionais, estéticos e emocionais.
O chefe do Serviço de Urologia do Hospital Municipal Souza Aguiar, Dr. Leandro Coifman, explicou que os casos geralmente estão ligados a relações com movimentos mais vigorosos e mudanças bruscas de posição. “Períodos festivos, como carnaval e festas de fim de ano, costumam registrar aumento do número de casos, possivelmente pelo maior consumo de álcool e pela maior frequência de relações sexuais ocasionais e mais intensas, além da prática sexual em locais não habituais”, disse.
Os especialistas reforçam que não é situação para “esperar passar”. A orientação é não tomar remédio por conta própria e não tentar medidas caseiras. Diante de qualquer suspeita, a recomendação é procurar atendimento imediato em uma emergência com serviço de urologia.