Bernardo Bello vai a júri popular pelo homicídio de Bid, filho de Miro Garcia, em pleno Carnaval
Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão em segundo grau que mantém a sentença de pronúncia para que o bicheiro Bernardo Bello e o comparsa Wagner Dantas Alegre sejam julgados pelo Tribunal do Júri pelo homicídio do também contraventor […]
PORRedação SRzd12/11/2025|
2 min de leitura
Bernardo Bello. Foto: MPRJ
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Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão em segundo grau que mantém a sentença de pronúncia para que o bicheiro Bernardo Bello e o comparsa Wagner Dantas Alegre sejam julgados pelo Tribunal do Júri pelo homicídio do também contraventor Alcebíades Paes Garcia, conhecido como Bid.
A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou os pedidos formulados pelas defesas de Bernardo, que foi presidente de honra da Unidos de Vila Isabel (2017/2018), e Wagner.
Após sustentação oral apresentada por procuradora de Justiça integrante do GAECO/MPRJ, os desembargadores rejeitaram, por unanimidade, o recurso dos réus.
Segundo o MPRJ, o homicídio de Bid foi cometido em um contexto de intensa e sangrenta disputa pelos pontos de exploração do jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis no Rio de Janeiro.
A denúncia descreve que Bernardo Bello ordenou e coordenou as ações para o assassinato do rival, enquanto Wagner Alegre, segurança de Bello, foi o autor dos disparos.
O atentado ocorreu em pleno Carnaval, na madrugada de 25 de fevereiro de 2020, quando Alcebíades voltava da Marquês de Sapucaí. Ainda de acordo com o MPRJ, o crime contou com a participação de seguranças de Bid, também denunciados, que forneceram informações essenciais para a concretização do homicídio. Bid era filho de Miro Garcia, patrono do Salgueiro.
Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve decisão em segundo grau que mantém a sentença de pronúncia para que o bicheiro Bernardo Bello e o comparsa Wagner Dantas Alegre sejam julgados pelo Tribunal do Júri pelo homicídio do também contraventor Alcebíades Paes Garcia, conhecido como Bid.
A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou os pedidos formulados pelas defesas de Bernardo, que foi presidente de honra da Unidos de Vila Isabel (2017/2018), e Wagner.
Após sustentação oral apresentada por procuradora de Justiça integrante do GAECO/MPRJ, os desembargadores rejeitaram, por unanimidade, o recurso dos réus.
Segundo o MPRJ, o homicídio de Bid foi cometido em um contexto de intensa e sangrenta disputa pelos pontos de exploração do jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis no Rio de Janeiro.
A denúncia descreve que Bernardo Bello ordenou e coordenou as ações para o assassinato do rival, enquanto Wagner Alegre, segurança de Bello, foi o autor dos disparos.
O atentado ocorreu em pleno Carnaval, na madrugada de 25 de fevereiro de 2020, quando Alcebíades voltava da Marquês de Sapucaí. Ainda de acordo com o MPRJ, o crime contou com a participação de seguranças de Bid, também denunciados, que forneceram informações essenciais para a concretização do homicídio. Bid era filho de Miro Garcia, patrono do Salgueiro.