Com a minha arte, que é imortal: Zé Celso e o samba da Vila que ele tomou como hino

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Imortal e libertário. A despedida ao ator, diretor e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa reuniu uma multidão nesta sexta-feira (6) no Teatro Oficina, região central de São Paulo, espaço que ele fundou em 1958. O artista morreu na manhã de quinta, aos 86 anos, devido a complicações após ter mais da metade do corpo queimado […]

POR Redação SRzd 7/7/2023| 2 min de leitura

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Velório de José Celso Martinez Corrêa. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Imortal e libertário. A despedida ao ator, diretor e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa reuniu uma multidão nesta sexta-feira (6) no Teatro Oficina, região central de São Paulo, espaço que ele fundou em 1958.

O artista morreu na manhã de quinta, aos 86 anos, devido a complicações após ter mais da metade do corpo queimado em um incêndio em seu apartamento, na terça-feira.

Estão presentes no local artistas, autoridades, intelectuais e fãs de um dos símbolos do teatro e da cultura nacional. O corpo do artista chegou ao local por volta das 23h.

Durante a cerimônia, foram entoados versos do samba-enredo Quatro Séculos de Paixão – História do Teatro Brasileiro, da Unidos Vila Isabel. Zé Celso adotou a obra de Tião Graúna e Arroz, de 1975, e usava sempre para destacar a imortalidade da cultura popular (veja a letra ao final do texto).

Em certa ocasião, deixou o gabinete de um vereador paulistano, cantando o samba da Vila para tentar trazer um pouco de lucidez ao parlamentar numa discussão sobre a importância cultural para a cidade de São Paulo e para o país.

“Quero o perfume das flores
Ação, luz e cores
Nesta festa popular
Eu sou o teatro brasileiro
Da vida o espelho verdadeiro
Sambando neste Carnaval
Com a minha arte que é imortal

Barreiras as venço com bravura
Transmitindo a toda gente
Distração e cultura
Sou a magia permanente
Que na história do Brasil
Sempre se fez presente

Tenho beleza, sou a esperança
Trago alegria
Neste dia de folia” (Vila Isabel, 1975)

 

Imortal e libertário. A despedida ao ator, diretor e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa reuniu uma multidão nesta sexta-feira (6) no Teatro Oficina, região central de São Paulo, espaço que ele fundou em 1958.

O artista morreu na manhã de quinta, aos 86 anos, devido a complicações após ter mais da metade do corpo queimado em um incêndio em seu apartamento, na terça-feira.

Estão presentes no local artistas, autoridades, intelectuais e fãs de um dos símbolos do teatro e da cultura nacional. O corpo do artista chegou ao local por volta das 23h.

Durante a cerimônia, foram entoados versos do samba-enredo Quatro Séculos de Paixão – História do Teatro Brasileiro, da Unidos Vila Isabel. Zé Celso adotou a obra de Tião Graúna e Arroz, de 1975, e usava sempre para destacar a imortalidade da cultura popular (veja a letra ao final do texto).

Em certa ocasião, deixou o gabinete de um vereador paulistano, cantando o samba da Vila para tentar trazer um pouco de lucidez ao parlamentar numa discussão sobre a importância cultural para a cidade de São Paulo e para o país.

“Quero o perfume das flores
Ação, luz e cores
Nesta festa popular
Eu sou o teatro brasileiro
Da vida o espelho verdadeiro
Sambando neste Carnaval
Com a minha arte que é imortal

Barreiras as venço com bravura
Transmitindo a toda gente
Distração e cultura
Sou a magia permanente
Que na história do Brasil
Sempre se fez presente

Tenho beleza, sou a esperança
Trago alegria
Neste dia de folia” (Vila Isabel, 1975)

 

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