Com enredo elogiável, Tijuca espera justiça nas notas e fecha 2ª noite com exibição superlativa

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CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21. A Unidos da Tijuca fechou a 2ª noite sedenta para mostrar que quer voltar ao […]

POR Redação SRzd 17/2/2026| 8 min de leitura

Desfile do Grupo Especial 2026. Foto: Juliana Dias/SRzd

Desfile do Grupo Especial 2026. Foto: Juliana Dias/SRzd

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CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21.

A Unidos da Tijuca fechou a 2ª noite sedenta para mostrar que quer voltar ao protagonismo dos concursos das escolas de samba no Rio.

Injustiçada em outros carnavais, penalizada demais nos concursos anteriores, a escola do Borel fechou lindamente a 2ª noite brindando o público com uma exibição de alto nível.

É hora de virar o jogo.

Longe dos desfiles das campeãs há uma década, a escola do Morro do Borel quer voltar ao protagonismo dos concursos cariocas.

Após viver seu momento maior nas disputas da Sapucaí com Paulo Barros, que lhe renderam três campeonatos e elevaram o patamar do pavilhão tijucano, vieram tempos difíceis.

Para este ano, a Unidos da Tijuca veio com enredo e samba elogiados como trunfo.

O título do enredo é o nome da própria homenageada, a escritora Carolina Maria de Jesus.

Considerada uma das vozes mais potentes da literatura brasileira, Carolina retratou a vida nas favelas e denunciou a desigualdade social.

Seu livro mais conhecido, “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, publicado em 1960, teve grande repercussão no Brasil e no exterior.

“O título – o próprio nome da autora, Carolina Maria de Jesus ainda alvo de dúvidas e confusões – foi escolhido em virtude da necessidade de afirmarmos sua identidade, de colocarmos em lugar de direito a escritora que foi favelada ao invés da favelada que escrevia. A agremiação desfraldará, feito pavilhão engalando, o lenço que foi a prisão imagética de Carolina, coroando-a de livros, recortes e poesias, num reencontro sensível e emocionante com a sua literatura visceral, verdadeira e comovente”, explicou o carnavalesco Edson Pereira.

+ AVALIAÇÃO DO DESFILE:

+ O QUE VIRAM OS COMENTARISTAS DO SRzd:

JAIME CEZÁRIO: O enredo “Carolina Maria de Jesus” levou à Avenida a vida, a obra e o legado de Carolina Maria de Jesus, transformando sua trajetória em uma narrativa visual de forte impacto simbólico. O desfile revisitou suas origens na favela do Canindé, em São Paulo, e ressaltou a potência de sua escrita, sobretudo a partir de Quarto de Despejo — obra que projetou sua voz para além das margens e revelou ao país a realidade crua da fome, da exclusão e da desigualdade urbana.

Mais do que uma biografia ilustrada, a escola apresentou um espetáculo-manifesto. Carolina foi retratada não apenas como autora, mas como símbolo de resistência, dignidade e afirmação cultural. A narrativa valorizou a mulher que escreveu o próprio destino em meio às adversidades, transformando papel recolhido do lixo em instrumento de denúncia. Na Sapucaí, consolidou-se a imagem de uma escritora cuja literatura atravessa o tempo e permanece atual como memória social, crítica estrutural e afirmação identitária.

As fantasias dialogaram com coerência com o enredo. Tratando-se de uma história marcada pela luta e pela pobreza — de uma mulher nascida no interior de Minas Gerais que, em São Paulo, sobreviveu como catadora na favela do Canindé até publicar seu primeiro livro —, a concepção estética apostou em materiais alternativos como juta, cânhamo e algodão cru, combinados pontualmente a tecidos mais nobres. Posteriormente, receberam intervenções pictóricas que simulavam desgaste e sujeira, criando textura e veracidade cênica. O resultado foi uma plástica artesanal, volumosa na medida certa e alinhada à proposta dramatúrgica, evidenciando pesquisa consciente e unidade conceitual.

As alegorias surgiram imponentes, bem-acabadas e com propostas visuais claras. Houve coerência entre forma e conteúdo: cenários que evocavam a precariedade das moradias, a pilha de papéis e cadernos como metáfora da escrita insurgente e a transição simbólica da favela para o reconhecimento literário. Tratava-se de um enredo-manifesto, assumidamente político em sua dimensão social. O próprio samba reforçava essa perspectiva ao entoar versos como “Muda essa história” e “os olhos da fome eram os meus”, sintetizando a denúncia que atravessa a obra da homenageada.

O público acompanhou com respeito e atenção, ainda que de maneira mais contemplativa do que participativa. A narrativa exigia escuta sensível: a história contada ali poderia ser a de muitos brasileiros, um espelho coletivo refletindo desigualdades persistentes. Não era um desfile de euforia, mas de reflexão — e, justamente por isso, potente em sua mensagem.

CÉLIA SOUTO: A escola trouxe componentes seguros e comprometidos com o canto, entrosados com o ritmo e a melodia, e que cantaram o samba com empenho e clareza. O chão evoluiu sincronizado e equilibrado com o andamento do samba. Destaco uma apresentação bem conduzida na harmonia e evolução.

BRUNO MORAES: Falar da bateria da Tijuca é chover no molhado. Basta resgatar qualquer texto que escrevi nos últimos dez anos para o SRzd e está tudo lá. A mesma excelência, o mesmo padrão altíssimo, a mesma identidade inconfundível.

Sacode!

É segurança do primeiro ao último compasso. É cadência firme, que sustenta o samba com personalidade. É regularidade impressionante, daquelas que fazem parecer simples o que exige absurdo nível de concentração e técnica.

A bateria do Mestre Casão, não há sobressaltos, não há oscilações. O andamento é seguro, as bossas entram limpas, as respostas são precisas e o conjunto soa coeso o tempo inteiro.

É aquele tipo de apresentação que não precisa de exageros para impactar. Ano após ano, o Sacode confirma que tradição e excelência caminham juntas. E enquanto for assim, continuaremos “chovendo no molhado” com muito gosto.

ELIANE SOUZA: Apoiados na preparação técnica de Ariadne Lax e Bruna Lopes, o primeiro casal da escola – Matheus André e Lucinha Nobre – usou de delicadeza na execução da performance. Ocupando de forma ampla o espaço para a exibição da dança, nos deram a oportunidade de apreciar os movimentos característicos de cada um dos dançarinos!

CLÁUDIO FRANCIONI: A Tijuca encarou o desafio de desfilar após o atropelo de emoção da Viradouro. Com um samba mais denso, porém belíssimo, a amarelo ouro e azul pavão mudou o tom da avenida e também emocionou muita gente com a história de Carolina de Jesus super bem contada em uma das melhores letras do carnaval. Marquinhos ArtSamba estreou com o pé direito e sua voz encaixou bem demais na proposta do samba.

A porta-bandeira apresentou giros nos dois sentidos do horário, no movimento abano, com suavidade, segurança e extrema elegância, desfraldando o pavilhão, continuamente cortejada pelo mestre-sala (que me encanta com sua forma de bailar!). Esse dançarino, enquanto protagonista em cena, sempre conduzindo a dama e trazendo a dança, manuseando com destreza um bastão, e com seu riscado lindo, durante o qual executa os movimentos característicos de sua performance, como: o cruzado simples, o currupio de apoio ao balanço da porta-bandeira; a pegada-de-mão, a carrapeta e o meio-sapateado. A beleza se revelou na apresentação da bandeira feita de forma tranquila e elegante! Bonito de apreciar a exibição do casal!

Rafael Gomes Thayane Loureiro trouxeram o segundo pavilhão da escola bailando com galhardia e elegância. Bonito de ver os giros, no movimento abano, realizados pela porta-bandeira.

Bruno Alexandre e Daphiny Mirelly, o terceiro casal, o futuro do bailado, com a alegria da infância, bailaram de forma séria, exibindo gestos, passos e movimentos característicos da escrita coreográfica da nossa dança nobre.

+ VEJA A LOGO DO ENREDO:

+ CONHEÇA O TIME DA ESCOLA:

INTÉRPRETES – Marquinhos Art’Samba

MESTRE DE BATERIA – Casagrande

RAINHA DE BATERIA – Mileide Mihaile

1º CASAL DE MSPB – Matheus André e Lucinha Nobre

CARNAVALESCO – Edson Pereira

COREÓGRAFOS DE COMISSÃO DE FRENTE – Ariadne Lax e Bruna Lopes

+ OUÇA O SAMBA-ENREDO:

+ VEJA O DESEMPENHO DA ESCOLA NOS ÚLTIMOS 6 ANOS:

(veja a ordem oficial de desfiles oficial em 2026):

+ domingo, 15 de fevereiro:

1º: Acadêmicos de Niterói (Campeã do Acesso 2025)
2º: Imperatriz Leopoldinense
3º: Portela
4º: Estação Primeira de Mangueira

+ segunda-feira, 16 de fevereiro:

1º: Mocidade Independente de Padre Miguel (11ª colocada em 2025)
2º: Beija-Flor de Nilópolis
3º: Unidos do Viradouro
4º: Unidos da Tijuca

+ terça-feira, 17 de fevereiro:

1º: Paraíso do Tuiuti (10ª colocada em 2025)
2º: Unidos de Vila Isabel
3º: Acadêmicos do Grande Rio
4º: Acadêmicos do Salgueiro

Arpoador

Rodapé - carnaval rio

CARNAVAL 2026: O Carnaval do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2026 acontece nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, com as seis primeiras colocadas voltando para celebrar o desempenho no concurso no sábado das Campeãs, dia 21.

A Unidos da Tijuca fechou a 2ª noite sedenta para mostrar que quer voltar ao protagonismo dos concursos das escolas de samba no Rio.

Injustiçada em outros carnavais, penalizada demais nos concursos anteriores, a escola do Borel fechou lindamente a 2ª noite brindando o público com uma exibição de alto nível.

É hora de virar o jogo.

Longe dos desfiles das campeãs há uma década, a escola do Morro do Borel quer voltar ao protagonismo dos concursos cariocas.

Após viver seu momento maior nas disputas da Sapucaí com Paulo Barros, que lhe renderam três campeonatos e elevaram o patamar do pavilhão tijucano, vieram tempos difíceis.

Para este ano, a Unidos da Tijuca veio com enredo e samba elogiados como trunfo.

O título do enredo é o nome da própria homenageada, a escritora Carolina Maria de Jesus.

Considerada uma das vozes mais potentes da literatura brasileira, Carolina retratou a vida nas favelas e denunciou a desigualdade social.

Seu livro mais conhecido, “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, publicado em 1960, teve grande repercussão no Brasil e no exterior.

“O título – o próprio nome da autora, Carolina Maria de Jesus ainda alvo de dúvidas e confusões – foi escolhido em virtude da necessidade de afirmarmos sua identidade, de colocarmos em lugar de direito a escritora que foi favelada ao invés da favelada que escrevia. A agremiação desfraldará, feito pavilhão engalando, o lenço que foi a prisão imagética de Carolina, coroando-a de livros, recortes e poesias, num reencontro sensível e emocionante com a sua literatura visceral, verdadeira e comovente”, explicou o carnavalesco Edson Pereira.

+ AVALIAÇÃO DO DESFILE:

+ O QUE VIRAM OS COMENTARISTAS DO SRzd:

JAIME CEZÁRIO: O enredo “Carolina Maria de Jesus” levou à Avenida a vida, a obra e o legado de Carolina Maria de Jesus, transformando sua trajetória em uma narrativa visual de forte impacto simbólico. O desfile revisitou suas origens na favela do Canindé, em São Paulo, e ressaltou a potência de sua escrita, sobretudo a partir de Quarto de Despejo — obra que projetou sua voz para além das margens e revelou ao país a realidade crua da fome, da exclusão e da desigualdade urbana.

Mais do que uma biografia ilustrada, a escola apresentou um espetáculo-manifesto. Carolina foi retratada não apenas como autora, mas como símbolo de resistência, dignidade e afirmação cultural. A narrativa valorizou a mulher que escreveu o próprio destino em meio às adversidades, transformando papel recolhido do lixo em instrumento de denúncia. Na Sapucaí, consolidou-se a imagem de uma escritora cuja literatura atravessa o tempo e permanece atual como memória social, crítica estrutural e afirmação identitária.

As fantasias dialogaram com coerência com o enredo. Tratando-se de uma história marcada pela luta e pela pobreza — de uma mulher nascida no interior de Minas Gerais que, em São Paulo, sobreviveu como catadora na favela do Canindé até publicar seu primeiro livro —, a concepção estética apostou em materiais alternativos como juta, cânhamo e algodão cru, combinados pontualmente a tecidos mais nobres. Posteriormente, receberam intervenções pictóricas que simulavam desgaste e sujeira, criando textura e veracidade cênica. O resultado foi uma plástica artesanal, volumosa na medida certa e alinhada à proposta dramatúrgica, evidenciando pesquisa consciente e unidade conceitual.

As alegorias surgiram imponentes, bem-acabadas e com propostas visuais claras. Houve coerência entre forma e conteúdo: cenários que evocavam a precariedade das moradias, a pilha de papéis e cadernos como metáfora da escrita insurgente e a transição simbólica da favela para o reconhecimento literário. Tratava-se de um enredo-manifesto, assumidamente político em sua dimensão social. O próprio samba reforçava essa perspectiva ao entoar versos como “Muda essa história” e “os olhos da fome eram os meus”, sintetizando a denúncia que atravessa a obra da homenageada.

O público acompanhou com respeito e atenção, ainda que de maneira mais contemplativa do que participativa. A narrativa exigia escuta sensível: a história contada ali poderia ser a de muitos brasileiros, um espelho coletivo refletindo desigualdades persistentes. Não era um desfile de euforia, mas de reflexão — e, justamente por isso, potente em sua mensagem.

CÉLIA SOUTO: A escola trouxe componentes seguros e comprometidos com o canto, entrosados com o ritmo e a melodia, e que cantaram o samba com empenho e clareza. O chão evoluiu sincronizado e equilibrado com o andamento do samba. Destaco uma apresentação bem conduzida na harmonia e evolução.

BRUNO MORAES: Falar da bateria da Tijuca é chover no molhado. Basta resgatar qualquer texto que escrevi nos últimos dez anos para o SRzd e está tudo lá. A mesma excelência, o mesmo padrão altíssimo, a mesma identidade inconfundível.

Sacode!

É segurança do primeiro ao último compasso. É cadência firme, que sustenta o samba com personalidade. É regularidade impressionante, daquelas que fazem parecer simples o que exige absurdo nível de concentração e técnica.

A bateria do Mestre Casão, não há sobressaltos, não há oscilações. O andamento é seguro, as bossas entram limpas, as respostas são precisas e o conjunto soa coeso o tempo inteiro.

É aquele tipo de apresentação que não precisa de exageros para impactar. Ano após ano, o Sacode confirma que tradição e excelência caminham juntas. E enquanto for assim, continuaremos “chovendo no molhado” com muito gosto.

ELIANE SOUZA: Apoiados na preparação técnica de Ariadne Lax e Bruna Lopes, o primeiro casal da escola – Matheus André e Lucinha Nobre – usou de delicadeza na execução da performance. Ocupando de forma ampla o espaço para a exibição da dança, nos deram a oportunidade de apreciar os movimentos característicos de cada um dos dançarinos!

CLÁUDIO FRANCIONI: A Tijuca encarou o desafio de desfilar após o atropelo de emoção da Viradouro. Com um samba mais denso, porém belíssimo, a amarelo ouro e azul pavão mudou o tom da avenida e também emocionou muita gente com a história de Carolina de Jesus super bem contada em uma das melhores letras do carnaval. Marquinhos ArtSamba estreou com o pé direito e sua voz encaixou bem demais na proposta do samba.

A porta-bandeira apresentou giros nos dois sentidos do horário, no movimento abano, com suavidade, segurança e extrema elegância, desfraldando o pavilhão, continuamente cortejada pelo mestre-sala (que me encanta com sua forma de bailar!). Esse dançarino, enquanto protagonista em cena, sempre conduzindo a dama e trazendo a dança, manuseando com destreza um bastão, e com seu riscado lindo, durante o qual executa os movimentos característicos de sua performance, como: o cruzado simples, o currupio de apoio ao balanço da porta-bandeira; a pegada-de-mão, a carrapeta e o meio-sapateado. A beleza se revelou na apresentação da bandeira feita de forma tranquila e elegante! Bonito de apreciar a exibição do casal!

Rafael Gomes Thayane Loureiro trouxeram o segundo pavilhão da escola bailando com galhardia e elegância. Bonito de ver os giros, no movimento abano, realizados pela porta-bandeira.

Bruno Alexandre e Daphiny Mirelly, o terceiro casal, o futuro do bailado, com a alegria da infância, bailaram de forma séria, exibindo gestos, passos e movimentos característicos da escrita coreográfica da nossa dança nobre.

+ VEJA A LOGO DO ENREDO:

+ CONHEÇA O TIME DA ESCOLA:

INTÉRPRETES – Marquinhos Art’Samba

MESTRE DE BATERIA – Casagrande

RAINHA DE BATERIA – Mileide Mihaile

1º CASAL DE MSPB – Matheus André e Lucinha Nobre

CARNAVALESCO – Edson Pereira

COREÓGRAFOS DE COMISSÃO DE FRENTE – Ariadne Lax e Bruna Lopes

+ OUÇA O SAMBA-ENREDO:

+ VEJA O DESEMPENHO DA ESCOLA NOS ÚLTIMOS 6 ANOS:

(veja a ordem oficial de desfiles oficial em 2026):

+ domingo, 15 de fevereiro:

1º: Acadêmicos de Niterói (Campeã do Acesso 2025)
2º: Imperatriz Leopoldinense
3º: Portela
4º: Estação Primeira de Mangueira

+ segunda-feira, 16 de fevereiro:

1º: Mocidade Independente de Padre Miguel (11ª colocada em 2025)
2º: Beija-Flor de Nilópolis
3º: Unidos do Viradouro
4º: Unidos da Tijuca

+ terça-feira, 17 de fevereiro:

1º: Paraíso do Tuiuti (10ª colocada em 2025)
2º: Unidos de Vila Isabel
3º: Acadêmicos do Grande Rio
4º: Acadêmicos do Salgueiro

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