Desfiles na Marquês de Sapucaí podem se tornar patrimônio imaterial histórico, cultural, artístico e humanístico do Estado do Rio
Carnaval. Os desfiles de Carnaval das escolas de samba na Marquês de Sapucaí estão mais próximos de serem oficialmente reconhecidos como patrimônio imaterial histórico, cultural, artístico e humanístico do Estado do Rio de Janeiro. A proposta está prevista no Projeto de Lei nº 5.219/25, de autoria do deputado Vinicius Cozzolino (União), aprovado em segunda discussão […]
PORRedação SRzd27/11/2025|
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Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Foto: Cezar Loureiro - Riotur
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Carnaval. Os desfiles de Carnaval das escolas de samba na Marquês de Sapucaí estão mais próximos de serem oficialmente reconhecidos como patrimônio imaterial histórico, cultural, artístico e humanístico do Estado do Rio de Janeiro.
A proposta está prevista no Projeto de Lei nº 5.219/25, de autoria do deputado Vinicius Cozzolino (União), aprovado em segunda discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quinta-feira (27). O texto segue agora para análise do governador Cláudio Castro, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.
O deputado destacou que o desfile é uma das manifestações culturais mais importantes do país e um dos maiores símbolos da identidade fluminense.
“Não se trata apenas de um espetáculo monumental, mas de uma expressão viva da criatividade popular e da força cultural do nosso povo”, afirmou Cozzolino.
O parlamentar reforça ainda o papel social das escolas de samba. “Mais do que uma festa, o desfile é expressão de resistência e valorização da cultura afro-brasileira, da periferia urbana e da ancestralidade dos povos que ajudaram a construir a nossa nação. As escolas atuam o ano inteiro como centros de formação cultural e de inclusão social”, concluiu.
“Além do valor simbólico e cultural, o Carnaval fluminense tem grande impacto econômico. Segundo estimativas oficiais, a edição de 2025 movimentou R$ 5,7 bilhões apenas na capital. Na Sapucaí, o público atingiu recorde, com cerca de 120 mil pessoas por noite nos desfiles do Grupo Especial, entre pagantes, credenciados e participantes. Na geração de empregos, o impacto também é expressivo: foram cerca de 32,6 mil vagas temporárias criadas em 2025, e aproximadamente 7% delas têm potencial de se tornar permanentes, fortalecendo a economia, gerando renda e transformando vidas”, informou o gabinete do parlamentar em nota ao SRzd.
Carnaval. Os desfiles de Carnaval das escolas de samba na Marquês de Sapucaí estão mais próximos de serem oficialmente reconhecidos como patrimônio imaterial histórico, cultural, artístico e humanístico do Estado do Rio de Janeiro.
A proposta está prevista no Projeto de Lei nº 5.219/25, de autoria do deputado Vinicius Cozzolino (União), aprovado em segunda discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quinta-feira (27). O texto segue agora para análise do governador Cláudio Castro, que poderá sancioná-lo ou vetá-lo.
O deputado destacou que o desfile é uma das manifestações culturais mais importantes do país e um dos maiores símbolos da identidade fluminense.
“Não se trata apenas de um espetáculo monumental, mas de uma expressão viva da criatividade popular e da força cultural do nosso povo”, afirmou Cozzolino.
O parlamentar reforça ainda o papel social das escolas de samba. “Mais do que uma festa, o desfile é expressão de resistência e valorização da cultura afro-brasileira, da periferia urbana e da ancestralidade dos povos que ajudaram a construir a nossa nação. As escolas atuam o ano inteiro como centros de formação cultural e de inclusão social”, concluiu.
“Além do valor simbólico e cultural, o Carnaval fluminense tem grande impacto econômico. Segundo estimativas oficiais, a edição de 2025 movimentou R$ 5,7 bilhões apenas na capital. Na Sapucaí, o público atingiu recorde, com cerca de 120 mil pessoas por noite nos desfiles do Grupo Especial, entre pagantes, credenciados e participantes. Na geração de empregos, o impacto também é expressivo: foram cerca de 32,6 mil vagas temporárias criadas em 2025, e aproximadamente 7% delas têm potencial de se tornar permanentes, fortalecendo a economia, gerando renda e transformando vidas”, informou o gabinete do parlamentar em nota ao SRzd.