GAECO e MP conseguem que Rogério de Andrade fique presídio federal de segurança máxima

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Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, nesta terça-feira (25), decisão favorável à manutenção de Rogério de Andrade no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS). O novo pedido de inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado, que terá duração […]

POR Redação SRzd 26/11/2025| 2 min de leitura

Rogério Andrade vai para presídio Federal

Rogério Andrade vai para presídio Federal. Foto: MPRJ

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Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, nesta terça-feira (25), decisão favorável à manutenção de Rogério de Andrade no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS).

O novo pedido de inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado, que terá duração de um ano, foi deferido em 29/09/2025 pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e ratificado em 25/11/2025 pela juíza corregedora substituta da unidade federal, Franscielle Martins Gomes Medeiros.

O novo pedido de inclusão no RDD foi fundamentado na denúncia ajuizada contra o contraventor e contra Flávio da Silva Santos, conhecido como “Flávio Pé Pé” ou “Flávio da Mocidade”. A denúncia relata que ambos comandam a principal organização responsável pela exploração de jogos de azar no Estado do Rio de Janeiro, atuando na gestão dos pontos de jogo e em disputas violentas com grupos rivais. O documento também descreve a atuação dos acusados na corrupção sistemática de forças policiais, mediante o pagamento de propina a diversas unidades das Polícias Civil e Militar.

Rogério foi inicialmente preso em outubro de 2024, após denúncia oferecida à Justiça pelo GAECO/MPRJ, pelo homicídio qualificado de Fernando de Miranda Iggnacio, ocorrido em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes.

Em ofício encaminhado à Oitava Câmara Criminal, atendendo ao pedido do MPRJ, a 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do TJ-RJ destacou que são atribuídos a Rogério diversos ilícitos penais, sendo ele apontado como um dos principais líderes de organização criminosa atuante no estado, o que justifica sua manutenção em presídio federal de segurança máxima.

Rodapé - carnaval rio

Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) obteve, nesta terça-feira (25), decisão favorável à manutenção de Rogério de Andrade no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande (MS).

O novo pedido de inclusão no Regime Disciplinar Diferenciado, que terá duração de um ano, foi deferido em 29/09/2025 pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e ratificado em 25/11/2025 pela juíza corregedora substituta da unidade federal, Franscielle Martins Gomes Medeiros.

O novo pedido de inclusão no RDD foi fundamentado na denúncia ajuizada contra o contraventor e contra Flávio da Silva Santos, conhecido como “Flávio Pé Pé” ou “Flávio da Mocidade”. A denúncia relata que ambos comandam a principal organização responsável pela exploração de jogos de azar no Estado do Rio de Janeiro, atuando na gestão dos pontos de jogo e em disputas violentas com grupos rivais. O documento também descreve a atuação dos acusados na corrupção sistemática de forças policiais, mediante o pagamento de propina a diversas unidades das Polícias Civil e Militar.

Rogério foi inicialmente preso em outubro de 2024, após denúncia oferecida à Justiça pelo GAECO/MPRJ, pelo homicídio qualificado de Fernando de Miranda Iggnacio, ocorrido em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes.

Em ofício encaminhado à Oitava Câmara Criminal, atendendo ao pedido do MPRJ, a 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do TJ-RJ destacou que são atribuídos a Rogério diversos ilícitos penais, sendo ele apontado como um dos principais líderes de organização criminosa atuante no estado, o que justifica sua manutenção em presídio federal de segurança máxima.

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