GAECO/MPRJ denuncia rede de administradores de jogos de azar ligados ao bicheiro Rogério de Andrade

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Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) deflagrou, nesta quarta-feira (11), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), uma operação contra os administradores de um bingo clandestino localizado no Recreio dos Bandeirantes e ligado ao grupo criminoso dos bicheiros […]

POR Redação SRzd 11/2/2026| 2 min de leitura

Rogério de Andrade. Foto: Reprodução da TV

Rogério de Andrade. Foto: Reprodução da TV

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Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) deflagrou, nesta quarta-feira (11), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), uma operação contra os administradores de um bingo clandestino localizado no Recreio dos Bandeirantes e ligado ao grupo criminoso dos bicheiros Rogério de Andrade e Gustavo de Andrade. Seis pessoas foram denunciadas pelo crime de organização criminosa, e quatro foram alvos de mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça, a pedido do MPRJ.

De acordo com a denúncia, que teve origem em Procedimento Investigatório Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ, eles são acusados de operar o estabelecimento clandestino de exploração de jogos de azar “Espaço Classe A Recreio”. A ação penal foi recebida pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital.

As investigações identificaram que Ana Paula Alexandre Novello e Francesco Novello Neto eram os administradores da loja. A denúncia destaca o alto volume de dinheiro movimentado diariamente no local e o prejuízo financeiro causado aos jogadores. Também foram denunciados o gerente Thiago Perdomo Magalhães, o “Batata”, e o supervisor Marconi da Silva Borba. Os quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca e Taquara.

O MPRJ ainda acusa de integrar o grupo criminoso Ruy Orlando Rocha Monteiro e Roberto Nogueira Figueiredo, que tinham a função de captar clientes e auxiliar na operação das máquinas, conhecidos como “atracadores”.

A apuração teve início a partir das prisões e apreensões realizadas durante a Operação Calígula, deflagrada em 2022 contra a organização criminosa liderada pelos contraventores Rogério e Gustavo de Andrade. A denúncia relata que a análise do vasto material arrecadado continua revelando novos contornos e integrantes do grupo criminoso, como os agora denunciados.

Rodapé - brasil

Rio. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) deflagrou, nesta quarta-feira (11), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), uma operação contra os administradores de um bingo clandestino localizado no Recreio dos Bandeirantes e ligado ao grupo criminoso dos bicheiros Rogério de Andrade e Gustavo de Andrade. Seis pessoas foram denunciadas pelo crime de organização criminosa, e quatro foram alvos de mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça, a pedido do MPRJ.

De acordo com a denúncia, que teve origem em Procedimento Investigatório Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ, eles são acusados de operar o estabelecimento clandestino de exploração de jogos de azar “Espaço Classe A Recreio”. A ação penal foi recebida pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital.

As investigações identificaram que Ana Paula Alexandre Novello e Francesco Novello Neto eram os administradores da loja. A denúncia destaca o alto volume de dinheiro movimentado diariamente no local e o prejuízo financeiro causado aos jogadores. Também foram denunciados o gerente Thiago Perdomo Magalhães, o “Batata”, e o supervisor Marconi da Silva Borba. Os quatro mandados de prisão preventiva foram cumpridos nos bairros do Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca e Taquara.

O MPRJ ainda acusa de integrar o grupo criminoso Ruy Orlando Rocha Monteiro e Roberto Nogueira Figueiredo, que tinham a função de captar clientes e auxiliar na operação das máquinas, conhecidos como “atracadores”.

A apuração teve início a partir das prisões e apreensões realizadas durante a Operação Calígula, deflagrada em 2022 contra a organização criminosa liderada pelos contraventores Rogério e Gustavo de Andrade. A denúncia relata que a análise do vasto material arrecadado continua revelando novos contornos e integrantes do grupo criminoso, como os agora denunciados.

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