Isso a Globo não mostra: O que foi feito de Lula e Niterói na Sapucaí?
Carnaval 2026: Isso a Globo não mostra. O slogan usado pela própria emissora em quadros de programas de entretenimento de sua grade para fazer uma mea culpa, virou verdade nesse Carnaval. A TV Globo está sendo acusada de “esconder” o desfile da Acadêmicos de Niterói, primeira escola de samba a desfilar na Marquês de Sapucaí […]
PORRedação SRzd17/2/2026|
3 min de leitura
O que foi feito de Lula e Niterói na Sapucaí?
| Siga-nos
Carnaval 2026: Isso a Globo não mostra.
O slogan usado pela própria emissora em quadros de programas de entretenimento de sua grade para fazer uma mea culpa, virou verdade nesse Carnaval.
A TV Globo está sendo acusada de “esconder” o desfile da Acadêmicos de Niterói, primeira escola de samba a desfilar na Marquês de Sapucaí no domingo (15).
A agremiação, estreante no Especial, contou a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De largada, a emissora, que tem os direitos de transmissão e proíbe outros veículos de imprensa de registrar em vídeo o espetáculo dos sambistas, mostrou a que veio.
Enquanto Niterói esquentava, um editorial em forma de reportagem tomou o momento em que os protagonistas deveriam ser os foliões.
Lula foi.
Mas não apareceu na telinha.
Apenas um breve registro do presidente saudando a escola de dentro da pista.
Não foi entrevistado, como seria praxe numa cobertura de um desfile cujo o enredo é um homenageado, vivo e de corpo presente.
Nem o cantor, Emerson Dias, foi poupado. Vestido de Lula, foi descartado. No seu lugar na tela da TV, outra pessoa, seu filho, mas com nome no GC diferente.
Apesar das muitas ações na justiça, nenhuma instância considerou o desfile uma ilegalidade.
Ainda que fosse, é papel da imprensa ouvir, no caso, a estrela daquele desfile que passava na Avenida. Entre aplausos de lulistas e apupos de opositores, foi uma exibição de bom nível.
Mas não é o primeiro boicote global contra o ex-metalúrgico. Na histórica campanha de 1989, manipulou um debate para prejudicar o petista, a mando do seu dono. Manobra confessa pelos próprios diretores da época, entre eles Boni e Armando Nogueira.
Concessionária pública, a Globo não é um tribunal.
Já que se presta a transmitir o evento, deve fazê-lo com isonomia, e deixar que o público, com seu livre pensamento, faça seu juízo do que está sendo mostrado.
Mas os dias da escola de Niterói prometem ser mais duros.
A quarta de cinzas, exatamente.
Nas suas redes, acusa os gestores do Carnaval carioca de perseguição.
Uma coirmã está brava e também já cobrou dos organizadores da festa providências. Alega que problemas enfrentados por ela, foram causados pela azul e branca.
Niterói pode até ter vencido o medo, mas não deve ter estrutura para vencer outros obstáculos maiores. A ver.
O slogan usado pela própria emissora em quadros de programas de entretenimento de sua grade para fazer uma mea culpa, virou verdade nesse Carnaval.
A TV Globo está sendo acusada de “esconder” o desfile da Acadêmicos de Niterói, primeira escola de samba a desfilar na Marquês de Sapucaí no domingo (15).
A agremiação, estreante no Especial, contou a trajetória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De largada, a emissora, que tem os direitos de transmissão e proíbe outros veículos de imprensa de registrar em vídeo o espetáculo dos sambistas, mostrou a que veio.
Enquanto Niterói esquentava, um editorial em forma de reportagem tomou o momento em que os protagonistas deveriam ser os foliões.
Lula foi.
Mas não apareceu na telinha.
Apenas um breve registro do presidente saudando a escola de dentro da pista.
Não foi entrevistado, como seria praxe numa cobertura de um desfile cujo o enredo é um homenageado, vivo e de corpo presente.
Nem o cantor, Emerson Dias, foi poupado. Vestido de Lula, foi descartado. No seu lugar na tela da TV, outra pessoa, seu filho, mas com nome no GC diferente.
Apesar das muitas ações na justiça, nenhuma instância considerou o desfile uma ilegalidade.
Ainda que fosse, é papel da imprensa ouvir, no caso, a estrela daquele desfile que passava na Avenida. Entre aplausos de lulistas e apupos de opositores, foi uma exibição de bom nível.
Mas não é o primeiro boicote global contra o ex-metalúrgico. Na histórica campanha de 1989, manipulou um debate para prejudicar o petista, a mando do seu dono. Manobra confessa pelos próprios diretores da época, entre eles Boni e Armando Nogueira.
Concessionária pública, a Globo não é um tribunal.
Já que se presta a transmitir o evento, deve fazê-lo com isonomia, e deixar que o público, com seu livre pensamento, faça seu juízo do que está sendo mostrado.
Mas os dias da escola de Niterói prometem ser mais duros.
A quarta de cinzas, exatamente.
Nas suas redes, acusa os gestores do Carnaval carioca de perseguição.
Uma coirmã está brava e também já cobrou dos organizadores da festa providências. Alega que problemas enfrentados por ela, foram causados pela azul e branca.
Niterói pode até ter vencido o medo, mas não deve ter estrutura para vencer outros obstáculos maiores. A ver.