Juliana Paes compartilha como lidou com a depressão

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Alerta: este texto contém informações sensíveis. Caso você se identifique com o relato ou conhece alguém que esteja enfrentando uma situação semelhante, procure ajuda. O telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV) é 188. A atriz Juliana Paes contou, em entrevista, sobre sua luta contra a depressão Aos 46 anos e Rainha de Bateria […]

POR Redação SRzd 18/9/2025| 2 min de leitura

Juliana Paes. Foto: Reprodução/Instagram

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Alerta: este texto contém informações sensíveis. Caso você se identifique com o relato ou conhece alguém que esteja enfrentando uma situação semelhante, procure ajuda. O telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV) é 188.

A atriz Juliana Paes contou, em entrevista, sobre sua luta contra a depressão

Aos 46 anos e Rainha de Bateria da escolas de samba Unidos do Viradouro, Paes revelou que se submeteu a tratamentos para enfrentar os problemas e que, atualmente, já não toma nenhuma medicação de uso contínuo. No entanto, segue na terapia.

“Meu processo de adoecimento mental veio de muito antes, e a pandemia potencializou esse quadro. Eu estava vivendo um quadro de depressão, cansada, com uma carga mental pesada, dando conta de muita coisa ao mesmo tempo. Fui diagnosticada com um uma síndrome de estresse pós-trauma logo depois de A Dona do Pedaço e eu meio que não levei muito a sério. Falei: ‘Ah, vou me curar sozinha’ e a vida ia acontecendo”, contou à revista Quem.

Juliana contou que não costuma falar muito sobre o assunto.

E explicou ser a grande responsável por sua família e que, ao carregar tanta responsabilidade, chega um momento em que “a mochila fica pesada”.

“Isso é uma coisa que eu não fico falando muito, mas eu sou o grande esteio da minha família toda. Sou responsável, financeiramente até, por muita gente. Chega uma hora em que a mochila fica muito pesada. Muito. Eu vivi processos de perda também, lutos que não pude curar, um atrás do outro. Logo depois disso, veio todo o caos do lockdown, da pandemia, aquele cenário caótico e polarizado, pessoas adoecendo, muita preocupação… Tudo isso se acumulou dentro da minha cabeça de uma forma que colapsei. Tive uma crise de ansiedade muito forte. Aí procurei um psiquiatra e comecei a me medicar”, explicou.

“Junto, comecei a fazer terapia, que me ajudou muito. Durante um tempo, eu tinha vergonha de comentar isso, mas hoje percebo que ter contado essa história ajudou muita gente. O primeiro sinal de cura para mim foi quando comecei a falar que já sofri crises de ansiedade”, finalizou.

Rodapé - carnaval rio

Alerta: este texto contém informações sensíveis. Caso você se identifique com o relato ou conhece alguém que esteja enfrentando uma situação semelhante, procure ajuda. O telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV) é 188.

A atriz Juliana Paes contou, em entrevista, sobre sua luta contra a depressão

Aos 46 anos e Rainha de Bateria da escolas de samba Unidos do Viradouro, Paes revelou que se submeteu a tratamentos para enfrentar os problemas e que, atualmente, já não toma nenhuma medicação de uso contínuo. No entanto, segue na terapia.

“Meu processo de adoecimento mental veio de muito antes, e a pandemia potencializou esse quadro. Eu estava vivendo um quadro de depressão, cansada, com uma carga mental pesada, dando conta de muita coisa ao mesmo tempo. Fui diagnosticada com um uma síndrome de estresse pós-trauma logo depois de A Dona do Pedaço e eu meio que não levei muito a sério. Falei: ‘Ah, vou me curar sozinha’ e a vida ia acontecendo”, contou à revista Quem.

Juliana contou que não costuma falar muito sobre o assunto.

E explicou ser a grande responsável por sua família e que, ao carregar tanta responsabilidade, chega um momento em que “a mochila fica pesada”.

“Isso é uma coisa que eu não fico falando muito, mas eu sou o grande esteio da minha família toda. Sou responsável, financeiramente até, por muita gente. Chega uma hora em que a mochila fica muito pesada. Muito. Eu vivi processos de perda também, lutos que não pude curar, um atrás do outro. Logo depois disso, veio todo o caos do lockdown, da pandemia, aquele cenário caótico e polarizado, pessoas adoecendo, muita preocupação… Tudo isso se acumulou dentro da minha cabeça de uma forma que colapsei. Tive uma crise de ansiedade muito forte. Aí procurei um psiquiatra e comecei a me medicar”, explicou.

“Junto, comecei a fazer terapia, que me ajudou muito. Durante um tempo, eu tinha vergonha de comentar isso, mas hoje percebo que ter contado essa história ajudou muita gente. O primeiro sinal de cura para mim foi quando comecei a falar que já sofri crises de ansiedade”, finalizou.

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