Juliana Paes desabafa: ‘É um jogo que a gente não ganha’
Bastidores. A atriz Juliana Paes está de volta ao Carnaval ocupando um posto de destaque. Ela é, novamente, Rainha de Bateria da escola de samba Unidos do Viradouro. Em entrevista para Maria Claire, Paes falou sobre a pressão que as musas da folia enfrentam: a forma física. “É um jogo que a gente não ganha”, […]
PORRedação SRzd3/12/2025|
1 min de leitura
Juliana Paes como rainha de bateria no desfile da Grande Rio 2019. Foto: Leandro Milton/SRzd
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Bastidores. A atriz Juliana Paes está de volta ao Carnaval ocupando um posto de destaque.
Ela é, novamente, Rainha de Bateria da escola de samba Unidos do Viradouro.
Em entrevista para Maria Claire, Paes falou sobre a pressão que as musas da folia enfrentam: a forma física.
“É um jogo que a gente não ganha”, resumiu.
Juliana define a Avenida como um altar íntimo, um lugar de resgate da sensualidade que a rotina, os filhos, o mercado e a autocobrança vão empurrando para o fundo da gaveta.
“A gente vai abandonando essa mulher que estufa o peito, rebola, ergue os braços. O Carnaval me desenferruja”, avalia.
“Mexer o corpo sinuoso é importante. Tem um lugar sagrado nisso. É comum eu ouvir: ‘Não imaginava que você era assim’”, revelou.
Se na Sapucaí se vê como símbolo de uma “presença avassaladora, a rainha carnavalesca”, na intimidade ela se reconhece “como uma mulher simples, suburbana, que cresceu ouvindo histórias de jogo do bicho na família, pinta quadros que nunca considera prontos e tenta, como tantas outras, equilibrar maternidade, trabalho, tempo e desejo”.
Bastidores. A atriz Juliana Paes está de volta ao Carnaval ocupando um posto de destaque.
Ela é, novamente, Rainha de Bateria da escola de samba Unidos do Viradouro.
Em entrevista para Maria Claire, Paes falou sobre a pressão que as musas da folia enfrentam: a forma física.
“É um jogo que a gente não ganha”, resumiu.
Juliana define a Avenida como um altar íntimo, um lugar de resgate da sensualidade que a rotina, os filhos, o mercado e a autocobrança vão empurrando para o fundo da gaveta.
“A gente vai abandonando essa mulher que estufa o peito, rebola, ergue os braços. O Carnaval me desenferruja”, avalia.
“Mexer o corpo sinuoso é importante. Tem um lugar sagrado nisso. É comum eu ouvir: ‘Não imaginava que você era assim’”, revelou.
Se na Sapucaí se vê como símbolo de uma “presença avassaladora, a rainha carnavalesca”, na intimidade ela se reconhece “como uma mulher simples, suburbana, que cresceu ouvindo histórias de jogo do bicho na família, pinta quadros que nunca considera prontos e tenta, como tantas outras, equilibrar maternidade, trabalho, tempo e desejo”.