Justiça determina que Rogério de Andrade retorne a presídio no RIO
Rio. O Tribunal de Justiça do Rio revogou o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) de Rogério de Andrade, determinando transferência para uma prisão no estado. A decisão foi tomada pela Oitava Câmara Criminal em voto definido pela maioria. Considerado como “o maior bicheiro do Rio”, ele está desde novembro do ano passado no Presídio Federal de Campo […]
PORRedação SRzd18/11/2025|
2 min de leitura
Rogério de Andrade. Foto: Reprodução/TV Globo
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Rio. O Tribunal de Justiça do Rio revogou o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) de Rogério de Andrade, determinando transferência para uma prisão no estado.
A decisão foi tomada pela Oitava Câmara Criminal em voto definido pela maioria.
Considerado como “o maior bicheiro do Rio”, ele está desde novembro do ano passado no Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
A ação foi tomada após um pedido de habeas corpus realizado pela defesa do contaventor que foi detido em 29 de outubro de 2024, durante a Operação Último Ato.
O pedido foi parcialmente acatado. De acordo com o voto do desembargador Marcius da Costa Ferreira, a prisão preventiva foi mantida, mas o magistrado entendeu que Rogério possui bom comportamento no sistema prisional e não tem o “perfil” para continuar no sistema penitenciário federal.
Após a decisão ser confirmada pela Justiça Federal em Campo Grande, o juiz Rodrigo Vaslin Diniz, da Corregedoria dos Presídios da Penitenciária Federal de Campo Grande, determinou que o detento seja transferido em até 20 dias.
Rogério Costa de Andrade e Silva é apontado como chefe de uma organização criminosa e mandante da morte de Fernando Iggnácio.
Eles são, respectivamente, genro e sobrinho de Castor de Andrade, um dos maiores chefes do jogo do bicho no Rio, que morreu em 1997, e disputavam as áreas de apostas.
Além do inquérito sobre a morte de Iggnacio, Andrade também é investigado em outros procedimentos, um deles apura a distribuição de propina a batalhões da PM e delegacias.
O patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel chegou a ser preso outra vez em de 2022, mas deixou a cadeia meses depois, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder liminar para substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, que foi revogada em abril do ano passado.
Na decisão judicial que determinou a prisão de Rogério Andrade constavam como motivos para que o contraventor ficasse num presídio federal de segurança máxima a alta periculosidade do contraventor e por ser chefe de um grupo criminoso.
Rio. O Tribunal de Justiça do Rio revogou o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) de Rogério de Andrade, determinando transferência para uma prisão no estado.
A decisão foi tomada pela Oitava Câmara Criminal em voto definido pela maioria.
Considerado como “o maior bicheiro do Rio”, ele está desde novembro do ano passado no Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
A ação foi tomada após um pedido de habeas corpus realizado pela defesa do contaventor que foi detido em 29 de outubro de 2024, durante a Operação Último Ato.
O pedido foi parcialmente acatado. De acordo com o voto do desembargador Marcius da Costa Ferreira, a prisão preventiva foi mantida, mas o magistrado entendeu que Rogério possui bom comportamento no sistema prisional e não tem o “perfil” para continuar no sistema penitenciário federal.
Após a decisão ser confirmada pela Justiça Federal em Campo Grande, o juiz Rodrigo Vaslin Diniz, da Corregedoria dos Presídios da Penitenciária Federal de Campo Grande, determinou que o detento seja transferido em até 20 dias.
Rogério Costa de Andrade e Silva é apontado como chefe de uma organização criminosa e mandante da morte de Fernando Iggnácio.
Eles são, respectivamente, genro e sobrinho de Castor de Andrade, um dos maiores chefes do jogo do bicho no Rio, que morreu em 1997, e disputavam as áreas de apostas.
Além do inquérito sobre a morte de Iggnacio, Andrade também é investigado em outros procedimentos, um deles apura a distribuição de propina a batalhões da PM e delegacias.
O patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel chegou a ser preso outra vez em de 2022, mas deixou a cadeia meses depois, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) conceder liminar para substituir a prisão preventiva por medidas cautelares, que foi revogada em abril do ano passado.
Na decisão judicial que determinou a prisão de Rogério Andrade constavam como motivos para que o contraventor ficasse num presídio federal de segurança máxima a alta periculosidade do contraventor e por ser chefe de um grupo criminoso.