Mangueira aciona a Justiça após ser acusada de ligação com o crime organizado
Rio. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira acionou a Justiça contra um apresentador de um podcast que afirmou que a agremiação teria ligação com o crime organizado. A ação foi movida após declarações feitas por Alberto Renzo Ribeiro, responsável pelo podcast “Ozzner”, que associou a escolha do samba-enredo da verde e rosa a […]
PORRedação SRzd4/2/2026|
2 min de leitura
Desfiles das escolas de samba do Rio. Foto: SRzd/Juliana Dias
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Rio. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira acionou a Justiça contra um apresentador de um podcast que afirmou que a agremiação teria ligação com o crime organizado.
A ação foi movida após declarações feitas por Alberto Renzo Ribeiro, responsável pelo podcast “Ozzner”, que associou a escolha do samba-enredo da verde e rosa a uma suposta ordem da cúpula criminosa do estado do Amapá.
Segundo a Mangueira, as falas “extrapolaram qualquer crítica legítima e atingiram diretamente a reputação da agremiação”. No processo, a escola pede retratação pública e indenização de R$ 5 mil por danos morais, alegando que “as declarações foram amplamente divulgadas nas redes sociais e geraram uma série de comentários e reações negativas”.
Durante o podcast, o apresentador afirmou ter ouvido “boatos” de que o samba escolhido para o Carnaval deste ano teria sido imposto por interesses criminosos ligados ao Amapá e que seria o favorito do “dono do morro”, expressão usada por ele ao se referir a lideranças do crime.
As afirmações não foram comprovadas.
No Carnaval de 2026, a Mangueira leva para a Sapucaí um enredo em homenagem a Mestre Sacaca, curandeiro, benzedeiro e importante defensor da cultura popular amazônica, figura central da história e da identidade cultural do Amapá.
Rio. A escola de samba Estação Primeira de Mangueira acionou a Justiça contra um apresentador de um podcast que afirmou que a agremiação teria ligação com o crime organizado.
A ação foi movida após declarações feitas por Alberto Renzo Ribeiro, responsável pelo podcast “Ozzner”, que associou a escolha do samba-enredo da verde e rosa a uma suposta ordem da cúpula criminosa do estado do Amapá.
Segundo a Mangueira, as falas “extrapolaram qualquer crítica legítima e atingiram diretamente a reputação da agremiação”. No processo, a escola pede retratação pública e indenização de R$ 5 mil por danos morais, alegando que “as declarações foram amplamente divulgadas nas redes sociais e geraram uma série de comentários e reações negativas”.
Durante o podcast, o apresentador afirmou ter ouvido “boatos” de que o samba escolhido para o Carnaval deste ano teria sido imposto por interesses criminosos ligados ao Amapá e que seria o favorito do “dono do morro”, expressão usada por ele ao se referir a lideranças do crime.
As afirmações não foram comprovadas.
No Carnaval de 2026, a Mangueira leva para a Sapucaí um enredo em homenagem a Mestre Sacaca, curandeiro, benzedeiro e importante defensor da cultura popular amazônica, figura central da história e da identidade cultural do Amapá.